sexta-feira, 4 de outubro de 2013
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Sentada num banco já conhecido
Com vista para a cidade e a sentir o cheiro da relva molhada, a ver as pessoas a passar e o bulício do fim do dia.
Não me apetece ir para casa.
Não me apetece fazer tempo.
Não me apetece sair daqui.
Almoço com vista para 6 belos marmanjos
Seis. Com barba. Sem barba. Morenos. Loiros. Altos. Mais baixos. Troncos largos. Betos. Abetalhados, vá.
Que se passa comigo? Nunca fui de betos. Pólos, camisinhas, sapatos de vela e penteado à foda-se não fazem o meu género. Aquele trejeito de endireitar a franja dá-me gómitos.
Indigestão de gajos.
Estou doente.
Ajudem-me.
Sintoma a tratar: pito aos saltos.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Gaja convencida
É-o porque:
Usa decote para mostrar o vale;
Usa decote à barco para mostrar o colo;
Usa decote em v para fazer sobressair as mamas;
Usa decote com ombro descaído para mostrar a sensualidade;
Usa gola alta porque aumenta as mamas.
Usa gola redonda para disfarçar os melões.
Usa calças justas para mostrar o rabo.
Usa calças largas para não mostrar o boa que é.
Usa mini-saia porque tem um pernão.
Usa saia comprida porque lhe estiliza a figuraça.
Usa saltos para dar nas vistas.
Usa rasos para dar a ideia que quer passar despercebida.
Usa roupa interior badalhoca porque nunca se sabe.
Usa roupa interior de algodão para se mostrar desentendida.
Fodei-vos todos.
Vou andar nua, queres ver?
Esqueçam a letra - Vamos começar bem o dia?
Digam-me se partilham da minha opinião. Há músicas que, independentemente da letra, de a percebermos, de estar numa língua que conheçamos, ou não!, têm, por si, uma melodia e uma voz que fazem chorar as pedras da calçada. Cantadas em chinês que seja. Daquelas que puxam a lagrimita só porque sim!
Depois existem outras que remetem para outras coisas.
Esqueçam a letra. Não é para perceber. Remete para o romantismo e becabeca. Chata manda. Autora arrumada para canto.
Este homem, esta melodia, esta voz, esta batida...
Pinava um dia inteiro ao som disto...!
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Daquilo das vacinas, pá
Gaja descontraída, a vacinar uma velha com soutien de velha, daqueles que apertam tudo por todo o lado e deixam refegos por todos os outros lados.
Pica o músculo, puxa o êmbolo da seringa para ter a certeza que não acertou em vasos sanguíneos e... Saaaaaaaangue pela vacina dentro.
Chego a casa e bebo uma garrafa de lambrusco gelado de uma só vez e pelo gargalo para me refazer do cagaço.
Almoço em hora de ponta
Qual o problema de almoçar num restaurante em hora de ponta?
Muitos homens.
Qual o problema de haver muitos homens?
Um decote pronunciado.
No meio de tanta gente, quem sou eu?
A tipa que revira os olhos com cara de má porque não tem paciência para gajos com baba a escorrer pelos queixos.
Ah, invejem lá esta gaja com sorte!
Outubro, chuva, não há como lavar os olhos na praia.
Outubro, chuva, mania que está frio, mangas compridas.
Outubro, vacinas da gripe, na parte superior do bracinho, músculo deltóide.
Chata administra vacinas.
Outubro, vacinas da gripe e Chata a administrá-las, em gabinete fechado, a homens que trazem manga comprida e têm de a despir. Miau.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Este tempo dá-me sono.
Este tempo dá-me sono, moleza. Custa a levantar da cama.
Quente. Calor.
Deitei-me cedo. Para não dormir. Quase nua. Ali fiquei. Perdida em pensamentos, em desejos, em suspiros e gemidos.
Levantei-me. Sala. Televisão. Segredos. Programas pútridos!
Cama. Quente. Calor.
Deitei-me novamente. Para não dormir. Quase nua. Ali fiquei. Perdida.
Pensamentos, desejos, suspiros e gemidos.
Cama. Quente. Calor.
Finalmente adormeci. Confortável. Quente. Quase nua. Edredão fofinho. Bem tapada.
Acordei. Despertador a avisar que era hora de levantar. Saí da cama, confortável, acolhedora, quente. Lá voltei mais duas vezes. Quente, calor.
Este tempo dá-me sono, moleza. Custa a levantar da cama.
Quero voltar.
Pequenos apontamentos de um fim de semana preenchido

Café?
Cá sono de beleza...
Portátil regressado da antiga terra dos sonhos.
Grata, chuva, pelo arrastamento da lama e pela lavagem da alma.

A minha sobrinha emprestada é linddaaaa.
Sempre disse que queria ter um filho. Agora não sei se não quero é uma filha. Uma miúda melosa que me pede colo e que me chama a torto e a direito para brincar, que me dá a mão e me chama "ata" de Chata transtorna-me a cabeça...

sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Imaginemos que isto é uma aula e eu sou a típica prof de inglês, cavalona, loira, cabelo apanhado e óicalo de massa
Se assim fosse, no início deste ano lectivo e tendo em conta que os gestores das escolas apoiam a continuidade dos professores com turmas que leccionaram no passado, esta seria a altura em que pediria ao novos alunos para se apresentarem.
"Olá, eu sou a P, venho de Lisboa e vim aqui parar porque mais ninguém me quis."
Ora, não sou professora apesar de adorar ensinar, vocês não são alunos e isto não é uma sala de aula. Há, contudo, assistência nova no pedaço. O número de seguidores esta semana cresce de um a dois por dia. Os outros sei porque me seguem. Já tive momentos áureos de palhaça, de bêbeda, de sexual. Agora, assumo a vertente menos Chata, pontualmente pouco Autora e mais séria. Até ver.
Pertantes, caloirada, apresentem-se aqui à gente e digam ao e porque vêm, sim?
Habemus FB ali ao lado também, bale?
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