domingo, 11 de setembro de 2011

Shame on me

Que estou a pensar levar a chavaleca de férias comigo para me ensinar a coreografia já que esta é, sem dúvida "A" música de todos os meu Verões, a bombar algures enquanto me banho em piscinas alheias...

sábado, 10 de setembro de 2011

E qual é a melhor maneira de estar prestes a entrar de férias?

Com muito muito trabalho!!
Chata Maria completamente alone na farmácia. Literalmente. Tal como no último mês e meio. A atender. Sozinha. E então, lá me entra alguém que tem medo que os medicamentos esgotem enquanto vai de férias ou que subam os preços ou que haja um imprevisto e tenha que ficar a vida toda onde Judas perdeu as botas. 6 receitas, que tendo direito a dupla comparticipação, são sujeitas à maquiavélica presença da nossa fotocopiadora. Que é movida a carvão. E ainda são 6x4 medicamentos para ir buscar e 6x2 receitas para imprimir e 6x2 receitas para a sujeita assinar e para a Chata carimbar, datar e assinar. Claro que, embora despachadona, durante este espaço de tempo, é ver a farmácia cheia de olhos a piscar a olhar para mim. Não me incomodando esse facto, que sou só uma e não me multiplico como os pães, lixa-me completamente aquela gentinha que se amontoa em cima do meu pequeno balcãozinho e se põe a ouvir as conversas. Gente mal-educada! Dez minutos na brincadeira, chega a vez de um "from abroad" a queixar-se gómitos e diarreia. Que queria o medicamento XPTO que existia na terra dele ou medicamento XYZ. Mas o que é isso na sua terra? Don't know. Chata a aceder às netes, aos gogalos, a dizer que não há nada equivalente, a tentar convencê-lo a comprar a única merda que existe nos Portugales para essas situações, espreita pelo canto do olho, farmácia cheia. Lá está o tipo que foi transplantado e que vem diariamente medir a tensão. Aaaaaaaaaaaaaaii. Estrangeiro resigna-se, leva o que há, telefone a tocar que nem um perdido. O transplantado de coração a olhar para mim com ar de cão abandonado, que o senhor era um doce e ali era nitidamente a mulher a usar as calças lá em casa, Oh Dra (ler em açoreano serrado, por favor) era para ver a tensãozinha dele... Chata a correr para a máquina, põe moedas, não fale, não mexa, carrega no On (ou lá que merda diz o botão), volta para o balcão, velho marreta. Voltaren rígido e compressas daquelas que você não tem... Devo ser mesmo reles... Aparece-me depois um tipo a pedir um medicamento de 50 óiros para um primo da chefa. Olha-me este, quer borlas. Ah e tal não tenho autorização para isso. Então fale com o primo. Chata fala, pergunta em que nome vai o recibo, a ver se ele percebe a dica. Faz a venda e pede os 50 óiros. Ah não, era para ficar aí pendente. Pendente? Pendente, como? Só com autorização da chefa. É vê-lo ligar ao primo da chefa que diz que vai ligar à chefa que diz que vai ligar para mim. Farmácia a encher. 3 pessoas a olhar para mim, telefone a tocar, o cabrão do gajo a dizer: deve ser a Do-tô-ra. Oh carai, queres que largue tudo e vá a correr lamber as botas da gaja que me paga o salário, é? Telefone cala-se, gajo fulo da vida. Telefone recomeça, Chata mede uma tensão, vai buscar um medicamento, faz uma fotocópia e atende o telefone. Cheeefa! Ofertar o medicamento? Com certeza, chefinha, tu é que perdes. Farmácia esvazia, Chata a atender uma só pessoa, chega chefa (18h30! Fónix, também quero ser chefa!!). Depois de uma tipa se ter andado as esfalfar desde as 17h (hora em que o outro que não sabe mexer em computadores, que nunca ouviu falar em passar declarações a utentes,  que diz o stock do NãoSeiQuê está errado, confira aí e acerte se vai embora), o que terá sido aquilo que lhe chamou à atenção ao chegar ao backoffice? Um caderno de sudokus bem aberto, ali escarrapachado, cheio de riscos e tentativas... Dasse! Vou de férias... Volto quando voltar

Darling, darling

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Daquilo da Féxiõ Naite Aute

Passei ali pelo Marquês. Parei na Baixa. Rios de gente. Muito cheiro a humanidade. A canalha com quem eu fui jantar nem sabia o que se passava. "Atão mas as lojas tão abertas a estas horas?" Quando viram copos na mão, quiseram entrar na Benetton para sacar umas borlas. Muito balão, muito copinho com sumo de laranja na mão, muito saquinho oferta. Yá, um evento giraço de moda. 

Serviu a noite para me mostrar uma coisa. Que já sabia mas vá. 
Sou muito cabra. 


A cada miúda de 15 anos que se me apresentava à frente com uma saia tipo cinto largo e uns saltos altos de 15cm a descer a Garrett, desejei que partisse o nariz. A cada cinquentona vestida, maquilhada e calçada como se fosse uma miúda de 20 (provavelmente adoptou o estilo depois do marido a trocar por duas de 20. Cliché!), desejei que o botox se lhes entranhasse no intestino. A cada hóme com bigodinho à Jel, calças skinny, par de cornos brancos, cabelinho à foda-se, chapelinho à Angélico, desejei que os tintins vivessem permanentemente encolhidos, qual entrada nas águas da Caparica a 17ºC. Às meninas de 17 anos que foram com a mamã e o papá, desejei que ficassem titis para a vida. Aos putos de nem 18 anos cheios da caganças e somos tão bons e tenho um copo na mão e uso suspensórios ou calças abaixo das boxers e tenho um cigarro na boca e estou quase quase quase no Bairro Alto e sou tão independente, desejei que vivessem em casa dos pais até aos 45 e virgens (sou tão ingénua. Já devem ter desflorado aos 12!). Aos gajos bons, camisa azul clara justa, relógio dos grandes, barba de 3 dias, a galar as miúdas dos cintos, desejei que fossem impotentes e "resistentes" a Cialis, Levitra e Viagra. Prelox, pau de cabinda, ostras, whatever...

Resumindo, não sou fashion. Detesto gente fashion. E fútil. Sim, eram saldos; sim, comprar promoções em tempo de crise é inteligente; sim. Mas aquilo era um desfile de egos emproados e cérebros...hmmm...em modo túnel.

Desculpem qualquer coisinha. Mas ainda estou cheia de azia. (Acrescento que 90% saíram de lá sem uma única compra. Já tinha dito que se meteram nos melhores - ??????? - autefites só para desfilar?) Argh! Devia ter chovido para ver os deslizes na Garrett e na Avenida... Isso sim seria notícia.

'es noss' senhor m'ajude

Que ainda não é em Setembro que as coisas vão mudar. Que seja em Outubro, então. Ou quando eu voltar das férias. Querendo isso dizer que, em voltando, é para mais seis meses. Querendo isso dizer que, em sendo para mais seis meses, é para ficar. Querendo muito muito que isso signifique um postozinho mais catita, um horário mais p'ra cima e mais diñerinho na carteirinha.
Ámen!

Cantemos a uma só voz


(sim, podeis chamar-me atrasada...)

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Onde eu me fui meter

Diz que a gaja que me vai albergar em sua casa em Tavira veio a Lisboa. Querida, até me vem buscar! Diz que quer ir jantar hoje mais o resto da canalha. Diz que é na Baixa/Bairro Alto/centrinho de Lisboa.

Diz que hoje o gajedo vai andar aos encontrões a ver as lojas da moda. Diz que hoje vou morrer atropelada. E provavelmente sem conseguir lugar para jantar...

eu, gaja, me confesso


Sou acometida de ataques estúpidos de choro. Que advêm de ataques estúpidos de crises de ansiedade causados pelas must be, must do da sociedade. Cá nada de gajo e filhos. Mas casa, carro, ginásio, vida social, compras, dona de casa primorosa, fashion e linda sempre e coiso. É de mim ou acho isso impossível? Fará o ser esposa e mãe. E, às vezes, à noite, acordo com o aperto no pêto a pensar nos objectivos não cumpridos. Principalmente a pensar no dia em que a minha família se vá, o meu porto de abrigo, o que vai ser de mim?

Cólon terapia

Quando a jovem me perguntou por isto, juro que pensei que ela estava equivocada e queria dizer radioterapia ou quimioterapia ou colonoscopia. Mas não. Diz que é mesmo cólon terapia. E serve para quê? , perguntou Chata. Para terminar com os gases. Enfia-se um tubo no cólon, tipo mangueira, com ar ou água e acabam-se os gases. (Chata a segurar o chichi para não rir) E custa uma fortuna, ando a poupar dinheiro para fazer, que acha?
(Chata a segurar o riso) Chata desconhece o processo mas pesquisa já na internet. Ah, sabe, eu já pesquisei, foi aí que vi que eliminava os gases para sempre. (Chata morde as bochechas) Dá-se a rápida olhadela nessas coisas das netes e percebe-se de onde vem a loucura. Do Brasil. E ela era brasileira. Só não deve ter capacidade para escolher os sites que lê. Todos os que encontrei eram mais ou menos isto:

Hidroterapia do Colon (Colonterapia)
Todos ansiamos por um corpo em perfeito equilíbrio e um estilo de vida saudável e feliz. Muitos falam sobre o tema, mas poucos vivem essa visão até ao fim, a vida torna-o complicado! Mas, no entanto, pode ser muito simples.
Promovemos os benefícios de um estilo de vida saudável e por essa razão incluímos a hidroterapia do colon no nosso plano de bem estar. Todos sabemos que só temos 'Um Corpo... Uma Pele... Uma Vida', e que por isso devemos cuidar de nós o que melhor que podemos.
Quer deseje iniciar um programa para um estilo de vida saudável, ou melhorar a sua energia e vitalidade,
Oferecemos um serviço profissional e discreto para clientes que queiram conhecer os benefícios da hidroterapia do colon.
A hidroterapia do colon proporciona uma forma extremamente eficaz de limpar o colon através de filtração de água e utilizando a unidade especial Aqua-clinic, que é totalmente suave e segura. A higiene e limpeza é de extrema importância, por conseguinte utilizamos kits descartáveis individuais por cliente e os tratamentos são efectuados por uma técnica devidamente formada e acreditada pelo Associação de hidroterapeutas do colon I-ACT.
Cada vez mais pessoas estão a tomar conhecimento dos benefícios da Hidroterapia do colon, no alívio de muitos sintomas associados às seguintes condições: Inchaço, enxaquecas, prisão de ventre, diarreia, mau hálito, acne e outros problemas de pele, fadiga crónica, asma, toxicidade, stress entre muitas outras, contribuindo para uma melhor saúde e bem estar.

É sua responsabilidade melhorar o seu estilo de vida.


É uma clínica de estética, porra! Mais juízo a ver terapias saudáveis... 

olha-m'isto



quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Excertos #42

"Para se assegurar de que a amizade erótica nunca se deixaria vencer pela agressividade do amor, espaçava intencionalmente os encontros com as suas amantes permanentes. Tinha o método perfeito e costumava apontar-lhe as vantagens, dizendo aos amigos: «Há que observar a regra dos três. A mesma mulher num espaço de tempo muito curto, nunca mais de três vezes. Anos e anos, só se deixarmos passar pelo menos três semanas em cada encontro.»
Este sistema dava-lhe a possibilidade de nunca romper com as amantes e de tê-las em abundância. Nem sempre era bem entendido. De todas as suas amigas, quem o entendia melhor era Sabina, uma pintora. Esta dizia-lhe: «Gosto muito de ti porque és precisamente o contrário do kitsch. No reino do kitsch, tu eras um monstro. Num filme americano ou num filme russo nunca passarias de um caso repugnante.»"

"Tomas pensava consigo próprio que ir para a cama com uma mulher e dormir com ela são duas paixões não só diferentes como quase contraditórias. O amor não se manifesta através do desejo de fazer amor (desejo que se aplica a um número incontável de mulheres), mas através do desejo de partilhar o sono (desejo que se sente por uma única mulher)."

"Conseguiu endireitar o braço na vertical sem largar a cadeira e Sabina disse-lhe: «É bom saber que és tão forte!»
Mas, bem lá no fundo, acrescentou para si própria; Franz é forte, mas a força dele está unicamente voltada para fora. Com as pessoas com quem vive, com aqueles que ama, é muito fraco. A fraqueza de Franz chamava-se bondade. Franz seria incapaz de dar uma ordem a Sabina, Nunca lhe ordenaria, como Tomas dantes fazia, que deitasse o espelho no chão e se pusesse a passear toda nua em cima dele. Não que a sensualidade lhe falte - não tem é força para lhe dar ordens. Há coisas que só se podem fazer com violência. O amor físico é impensável sem violência."

"Disse-lhe: »Ouve, Tereza! O que é que tu tens? Há já algum tempo que te acho estranha. Sinto-o. Sei-o.»
Ela abanou a cabeça: «Não, não tenho nada.
- Não digas que não!
- É a mesma coisa de sempre», disse Tereza.
«A mesma coisa de sempre» queria dizer que ela tinha ciúmes e que ele continuava a traí-la.
Mas Tomas voltou a insistir: «Não, Tereza. Agora é diferente. Nunca te vi em tal estado.»
Tereza replicou-lhe: «Ora muito bem! Já que mo pedes, vou mesmo dizer-te: vai lavar a cabeça!»
Tomas não percebia.
Ela disse-lhe tristemente, sem agressividade e quase com ternura: «É que já já alguns meses que trazes um cheiro insuportável nos cabelos. Tresandam a sexo. Não to queria dizer. Mas já perdi a conta às noites em que me tens obrigado a respirar o cheiro do sexo das tuas amantes!»
Ao som destas palavras, voltaram a dar-lhe as cãimbras no estômago. Era desesperante! Esfregava escrupulosamente o corpo todo, as mãos, a cara, para tirar toda e qualquer réstia de cheiros desconhecidos. Nas casas de banho alheias, evitava sempre os sabonetes. Andava munido com um sabão de seda. Mas tinha-se esquecido do cabelo. Não, nos cabelos nunca tinha pensado!
E lembrou-se daquela mulher que se punha a cavalo na sua cara e lhe exigia que fizesse amor com a cara e com o alto da sua cabeça. Como a detestava agora! Via que não podia desmentir nada e que só podia pôr-se estupidamente a rir e depois ir à cada de banho lavar a cabeça.
Tereza voltou a acariciar-lhe a testa. «Deixa-te estar deitado. Já não vale a pena. Estou habituada.»"

"Na terceira parte deste romance, evoquei Sabina seminua, com o chapéu de coco na cabeça, de pé, ao lado de Tomas, todo vestido. Mas há uma coisa que ocultei. Enquanto se viam ao espelho e ela se sentia excitada com o ridículo da situação, imaginava que, tal como estava, com o chapéu de coco na cabeça, Tomas a obrigava a sentar na retrete e a esvaziar os intestinos à sua frente. O coração começou a bater-lhe mais depressa, as ideias a turvarem-se-lhe; empurrou Tomas para cima da carpete; no minuto seguinte, estava a gritar de prazer."

em A Insustentável Leveza do Ser, de Milan Kundera




Eu não tenho a culpa, a sério. Todo o livro em que pego tem destas pequenas pérolas...

Sou uma pequena arrumada


Detesto ver papéis empilhados, sacos do lixo cheios, loiça por lavar, camas em desalinho, cabelos no ralo da banheira, loiça por arrumar, lixo no chão, comida de há séculos no frigorífico, fruta madura, tocada e funguenta, migalhas de pão em cima da bancada, manteiga fora do frio, canecas sujas de leite espalhadas pela casa, carro cheio de pó, cães a cheirarem a relva, loiça mal lavada pegajosa de gordura, espelhos com marcas de pasta de dentes, entre-azulejos pretos, roupas com nódoas, barbas mal feitas, cheiro a suor, unhas com nheca por baixo, sapatos sujos, fogão cheio de gordura, microondas com pedaços de arroz e molho de tomate, escovas/pentes cheios de cabelos, sofás sujos, mesas de vidro com marcas de mãos, cozinhas desarrumadas, casas de banho cheias de pêlos, fios de computador/impressora/máquina fotográfica/telemóvel emaranhados no chão and so on.

Ou seja, sou uma pequena arrumada... e uma tipa difícil. É isso ou ser-se rica com uma empregada interna tão ou mais maníaca que eu...

É aqui a ver se eu deixo



Filhinhos da mamã... Argh!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Prescrição electrónica

Falácia. 
Tal como Ah os preços dos medicamentos vão baixar. Falácia. Os preços até podem baixar mas as comparticipações vão diminuir. Espero para ver.

Bem, prescrição electrónica. Já lá vai um mês desde que foi implementada depois de ter sido adiada umas duas vezes. Ah que os programas informáticos, ah que a formação nos programas, ah que os médicos mais velhos, ah que a despesa no hardware. My ass. Que os programas que estão a ser usados, maior parte, pelo menos nos consultórios privados, são oferta das farmacêuticas. Que os pogramas são elementares, é só saber o que vai prescrever, escrever as três primeiras letras e escolher o que aparece. Ah os médicos mais velhos, tecnologias, Tico e Teco não jogam. Certo! Daí os regimes de excepção. 

Um mês depois, o que me apraz dizer? No início do mês, era ver os médicos a prescrever com datas do mês anterior. Chata não é de meias medidas e perguntava se a consulta tinha ocorrido no dia. Sim. Data de 31 de Agosto. É que nem pensam! Domingo! Fine. Receitas que mandei para trás? Umas duas, no big deal. Sendo que eram as duas do Centro de Saúde mais próximo faz-me rir. Sendo que nesse mesmo Centro de Saúde continuam a não existir computadores, faz-me rir. Sendo que todos os médicos desse Centro têm vindo a usar a "Excepção - Falência do software", continuo a rir. A técnica da data do mês de Julho termina agora. Receitas sem data já não são aceites. Agora é vê-las florescer com carimbos de excepções.

Prescrição electrónica? Falácia. Ainda se vêem muitas receitas manuais, todas com a excepção da falência ou com a inaptidão com os sistemas informáticos (atestado de burrice, já me dizia o outro). Continuam a prescrever antibióticos em receitas para medicação crónica, de validade de 6 meses bem como analgésicos. Não escrevem caixas grandes, o farmacêutico que oiça porque só vai dar a pequena.

Prescrição electrónica? My ass. Obriguem a que seja mesmo electrónica e online, please. Porque também assim se combate a fraude que por aí vai. (Cala-te boca) Que o que vejo agora são as mesmas receitas manuais com autorização de sabe-se lá quem para continuar a sê-las. E de centros de Saúde. Lovely. Resumindo, tudo na mesma com'á lesma...

Lido algures

Amor passa a ser quando eu estou em cima de ti, abro os olhos e te vejo toda sorridente, gemendo, linda de morrer... e eu fecho os meus olhos e mergulho novamente em ti, encostando a minha cabeça ao teu pescoço e prossigo com os meus carinhos por todo o teu corpo... Hoje, agora e aqui também sinto amor ao sentir a tua falta...