Aqui há tempos deixei aqui no blogue perguntas sobre a libertação nociva de metano numa relação. Aqui e ali, diz-se que é saudável emitir este gás na presença do outro porque se mostra que se está de tal forma confortável com o/a parceiro/a que não há tabus.
O homem lá de casa partilha desta opinião. Leva-a, inclusive, ao extremo. Entre risos, diz que considera esta emissão de gases uma declaração de amor. Pois, não é o facto de eu suportar ou não, é o facto de ele os emitir sem receio de estorvar.
Para quem comeu feijão preto em duas refeições, amendoins e pipocas, imagine-se como foi passado o meu fim‑de‑semana. A abanar almofadas para movimentar o ar (não, aprendi; é preferível não movimentar o ar!!), a rir enojada, em permanente alerta e a ouvir É porque te amo cada vez mais!
Visto que adoro este jovem e que adoro crianças (as dos outros, claro), poderei tratá-lo como uma e enfiar-lhe um talo de couve besuntado de azeite pelo esgoto acima para ver se me ama tudo de uma vez e se eu não vou morrendo ao longo de uma tarde/noite?




