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quinta-feira, 26 de março de 2015

Rave ou como devo ter sido uma menina muito má noutra vida

Ponho a chave na porta de casa, abro-a e oiço logo, logo, logo a merda dos acordes da musiqueta dos Coldplay. Não bastando ser dos Coldplay, que não aturo porque a modinha é sempre a mesma, o pianista falha nos acordes, repete, volta a tocar, e outra vez e quando finalmente acerta tem uma grupeta de fãs histéricas aos berros, mas uns senhores berros, e ainda a bater palmas. OH DEUS, E ELAS CANTAM!!


Não podia ser um jazz?
22h. Posso chamar a bófia?

segunda-feira, 23 de março de 2015

Fui à loja do mestre André e comprei um pianinho, plim plim plim, um pianinho.

Deitei-me na sexta às 2h30 da manhã depois de um serão em casa de amigas. Acordei às 7h30 para ir trabalhar. Devo ter adormecido 1h à tarde, no sofá, depois de uma caminhada pelas redondezas d'O Palácio. Pelas 2h da manhã, estava na cama já depois de adormecer no sofá. Fui acordada às 7h30 da manhã de Domingo. Demorei cerca de 1h para voltar a adormecer. Estava na disposição de acordar a meio da tarde, vá, à hora de almoço, pelo menos, porque sei que não consigo dormir tanto. 11h da manhã, pianada. O meu rico vizinho, que tantos sorrisos me dá quando chego a casa moída de um dia de trabalho, resolve presentear-me com uma bela pianada. Coldplay. Já vos disse como detesto Coldplay?

Domingo à noite, 2h30 de filme, meia esticada no sofá, cabeça de lado para ver o Bale armado em bíblico, fico com o pescoço todo enguiçado. Ainda vou à TVI ver aquilo do #dcae e o chumaço volumoso (!!!!!) que puseram no entrepernas do Pedrinho Azul-Primavera e cama à 1h da manhã. Acordo às 6h com um cotovelo do homem nas costas, depois na cara, depois ele a dormir e a tentar manter a posição de patrão sem o cotovelo me tocar, a minha cabeça a latejar, a luminosidade a começar a bater-me nos olhos e eu sem coragem mas com uma vontade imensa de assobiar para espantar o comboiinho que passava ali nas redondezas. Levanto-me, paracetamol de pequeno almoço, ponho um tapa-olhos sexy, nariz entupido, faltam menos de 2h para ter que me levantar, quero dormir bem só este pedacinho, que tenho que voltar à cadeira do carniceiro. Nariz entupido, boca seca, língua já a cortar, pianada. Acordo antes do despertador com pianada. Clássica, mas pianada. Não sei se aquilo reverbera pelas casas todas, se o vizinho tem colunas ligadas àquilo mas era no quarto, era na casa de banho, era na sala. 

Vou arrancar-lhe as cordas do piano e suspendê-lo desde o cimo do prédio, nu, numa noite de chuva e trovoada com uns anéis bem metálicos na pilinha.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Piquenos apontamentos

Praia, podemos falar de praia. Dos gluglus, dos mimos, dos beijinhos, do momento de relaxamento "o mundo é um lugar bom", das bolas de berlim, das cuecas badalhocas ou das tatuagens reles.
Sol, podemos falar de sol. Do sol que me aquece das 8 às 20h, que me seca das inúmeras idas ao banho, que me seca a toalha, que me escalda as costas, a ponta do nariz ou o rabo.
Amor, podemos falar de amor. Do meu amor mimoso, que me tira sorrisos, que me beija, que me apalpa, que me põe creme, que me convence a comer gelados e a beber caipirinhas, que me impõe gluglus forçados, que me dá a cambalhota, que me acompanha sempre à água e que me fala de crianços.
Noite, podemos falar da noite. Noite com momentos quentes e lânguidos, de passeios pelas ruas, de cafés, de gelados com morangos frescos comidos a dois, de garrafas de vinho bebidas até à ultima gota, de sushi na varanda com o pôr do sol ali ao lado, de beijos a saber a vinho rosé, de tonterias e quasi-bebedeiras.
Risos, podemos falar de risos. Dos risos de ontem, das gargalhadas, dos sorrisos enquanto descíamos o Banzai com a prancha que me ficava nos pés, enquanto escorregávamos pelo Black Hole, uma, duas, três vezes. Enquanto deslizávamos vertiginosamente pelo Kamikaze e ficávamos com o cóccix dorido na chegada, enquanto tentávamos manter o esgar de satisfação no Torpedo àquela velocidade estonteante ou... de cada vez, em todas as vezes, que eu ganhei a corrida nas Brandas, enquanto me virava para os outros 4 bem-dispostos que me acompanharam ao Slide&Splash e lhes gritava antes de chapar na água Gannnnnhhhhheeeeeiiiiiiii e eles se perguntavam Mas como?, ou quando o meu amor dizia Quem perder agora paga os gelados e quem é que perdia? 
Mazelas, podemos falar de mazelas. Dos cotovelos esfolados que me doem quando quero ler, do pescoço dorido como se tivesse feito abdominais de forma errada, do cóccix que se queixa quando me quero sentar porque chapou muito e muitas vezes, das unhas dos pés e mãos que se lascaram e o verniz que saltou. Escaldão. Penca e ombros, das filas de espera.


Feliz, podemos falar de ser feliz. 
Ser. Não estar. 
Ser.

domingo, 20 de julho de 2014

Parabéns ao tasco e aos seus 4 anos de vida

 
4 loooooooooooooooongos anos de vida.
A ver se A Chata comemora mais 4.
Caía bem era uma cantiguinha. Era ou não era?

segunda-feira, 3 de março de 2014

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Vives, mulher?

Vivo pois!

A saber:
1. Não interessa quantos fomos. O que interessa é que fui a única que bebi tudo e não vomitei. No restaurante, aperceberam-se logo do estrago mas ainda ofereceram o raio do limoncello.
2. A coisa estava tão boa (ou tão má) que, propositadamente e gozando com o meu estado etílico, me indicaram uma lua extraordinariamente brilhante (fiquei excitadíssima!) que se veio a revelar um candeeiro tipo bola. A sobremesa, claramente apresentada como sopa de morango com mascarpone, ao ser colocada na mesa ainda teve de se ver com a pergunta: esta bola de gelado é de quê? É mascarpone!!
3. Ir para casa significava subir uma rampa inclinada. Ora, não sei como não me estatelei no chão porque o direito e o esquerdo queriam andar juntinhos e aos tropeções e não sincronizadamente um de cada vez.
4. Ao pé de casa, havia festarola que estava animadíssima. De saltos e tonta, ainda dei um passito de dança.
5. Cheguei a casa, despi-me, deitei-me no sofá (que calorão!!) e adormeci logo. Também logo a seguir acordei e fui para o melhor local de repouso - a cama. O quarto estava em movimento. Mas mesmo com os Santa Maria, os Toys e Tonys adormeci em segundos.
6. Por duas vezes, acordei para despejar tanta liquidez. Tonta. Cabeça pesada. Pés trocados. Ingeri mais líquidos. Água, claro.
7. Acordei fina e hirta. Coca-cola ao pequeno almoço. Maquilhagem daquelas super fashion, smokey eyes under the eyes. Nunca pensei vir tão bem maquilhada para a praia!!

sexta-feira, 7 de junho de 2013

O dia de hoje

Chuva. Meias até à coxa ou cilício rendado. Sabrinas. Eventual cheirete a sardinhas assadas.


Ui, ca bom.

terça-feira, 9 de abril de 2013

O meu sótão

O meu sótão ou o meu +1 do meu 2+1 é frequentemente falado no trabalho. Que é como quem diz quase diariamente. Desde que existe, há coisa de um ano.

O meu colega de trabalho, o que se oferece para me passar a ferro (entendam como quiserem), quer lá fazer uma "rave". O senhor caminha para os seus 50. Tem espírito jovem, faz desporto, é espirituoso.
- Chata, eu levo a garrafa de caipirinha.
- Garrafa de caipirinha? Caipirinha é feita no momento. Não tarda fala-me em gelado de caipirinha derretido!
- Pronto, ok. Eu levo as limas verdinhas. Esperamos que a chefa volte?
- Esperamos, pois, que sei que ela ajuda a passar a ferro rebolando-se em cima da cama! E eu cedo o sótão, a água e a luz para fazer o gelo.


A vida está cara...

quinta-feira, 28 de março de 2013

Isto é que é vida

O Lambrusco é aberto na farmácia pela chefa e colega de trabalho. Começo a noite com um copo e meio. Tenho o gajo a vir buscar-me ao trabalho, vamos para minha casa. Damos a pinada da ordem. Vestimo-nos, saímos outra vez. Estamos sentados num restaurante onde já nos conhecem, a jovem empregada sabe os nossos pedidos, o que bebemos e ainda comenta o meu corte de cabelo. O gajo vai lavar as mãos para tirar o cheiro a sexo... Depois volta e é isto que nos espera!

quarta-feira, 27 de março de 2013

Ganhei um lambrusco

Querem apostar comigo? Querem apostar? Apostem! Apostem que eu só aposto quando tenho a certeza!

Já cá canta uma garrafinha, ihihih!

terça-feira, 26 de março de 2013

E o que vais fazer hoje à noite, Chata?

Diz que tinha um jantar combinado desde a semana passada. Diz que menti a várias pessoas para não ir. Diz que uma delas ficou chateada. Diz que outra não é parva. Diz que detesto mentir. Mas diz que não queria ir. Diz que era uma grande embrulhada. Por todas as razões e mais algumas. Diz que fica para a semana!



Diz que ganhei bilhetes para a antestreia de um filme da festa do cinema italiano. Diz que para uns foi a desculpa para não ir jantar. Para outros, a desculpa para me deixar sozinha.



No final, depois de tantos planos, vou fazer ainda outra coisa. Dormir aninhada, depois de...

segunda-feira, 25 de março de 2013

domingo, 24 de março de 2013

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

"Tive vergonha de ir falar consigo"

Diz-me uma utente na farmácia.

Diz que me viu no Urban, no Sábado.

Pus-me a pensar: o que é que eu fiz que me possa envergonhar?

Ao pé da farmácia talvez;
na night, não!

domingo, 16 de setembro de 2012

Que vais fazer durante a semana, Chata mai linda?

Fui abandonada. Diz que não se faz questão da minha companhia.
Tenho isto. Séries a monte para ver. E o Jardim da Estrela à minha espera com cerveja e amêndoa amarga. E karaoke. Que os vizinhos já se queixam de não haver cantoria à 1h da manhã.