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segunda-feira, 17 de novembro de 2014
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Ainda estou parva
Venho sempre para aqui cantar de rainha quando vejo alguém a botar ao bolso alguma coisa no sítio onde trabalho e eu vou a correr com o meu Psssht, e pagar?
Hoje venho dizer que fiquei parada. Que vi, que o que tinha visto tinha mesmo acontecido e tinha sido aquela pessoa, e que não dei um passo. Congelei. Vi a luta com a embalagem que não queria sair, vi a naturalidade com que a embalagem lhe ficou nas mãos quando saiu de costas para o balcão. Não mexi um músculo. E pensei se teria mesmo visto aquilo. Se, de alguma estranha forma, pudesse ter havido ali um mal entendido. Porque era alguém que conheço desde que ali trabalho, alguém a quem confiava o tasco por momentos se estivesse sozinha e precisasse esvaziar a bexiga. Na dúvida, depois de me ter derretido o gelo, fui ter com quem de direito, relatei o que vi e pedi para ver as gravações das câmaras. Eu vi bem. Merda, eu vi bem. E se calhar o melhor que fiz, inconscientemente, foi não ter mexido um milímetro. Porque daí para a frente, e mediante a revisão das gravações dos dois últimos meses, foi ver, de ver, de assistir àquilo, impavidamente mas a ferver, àquela classe e naturalidade, de ver desaparecer mais de meia dúzia de produtos das prateleiras. A ironia é toda aquela mestria ter sido apanhada, porque ninguém desconfiava e foi um choque, a tirar uma embalagem de 7€ quando já levou dúzias ao longo destes anos por mais de 30€.
Hoje venho dizer que fiquei parada. Que vi, que o que tinha visto tinha mesmo acontecido e tinha sido aquela pessoa, e que não dei um passo. Congelei. Vi a luta com a embalagem que não queria sair, vi a naturalidade com que a embalagem lhe ficou nas mãos quando saiu de costas para o balcão. Não mexi um músculo. E pensei se teria mesmo visto aquilo. Se, de alguma estranha forma, pudesse ter havido ali um mal entendido. Porque era alguém que conheço desde que ali trabalho, alguém a quem confiava o tasco por momentos se estivesse sozinha e precisasse esvaziar a bexiga. Na dúvida, depois de me ter derretido o gelo, fui ter com quem de direito, relatei o que vi e pedi para ver as gravações das câmaras. Eu vi bem. Merda, eu vi bem. E se calhar o melhor que fiz, inconscientemente, foi não ter mexido um milímetro. Porque daí para a frente, e mediante a revisão das gravações dos dois últimos meses, foi ver, de ver, de assistir àquilo, impavidamente mas a ferver, àquela classe e naturalidade, de ver desaparecer mais de meia dúzia de produtos das prateleiras. A ironia é toda aquela mestria ter sido apanhada, porque ninguém desconfiava e foi um choque, a tirar uma embalagem de 7€ quando já levou dúzias ao longo destes anos por mais de 30€.
O mistério dos stocks errados ficou esclarecido. O diagnóstico de cleptomania está dado e não preciso de médico para confirmar. ~
Assusta-me pensar no que a espera mas quero desesperadamente estar lá para assistir e fazer o meu olhar de vergonhosamente condenável.
Assusta-me pensar no que a espera mas quero desesperadamente estar lá para assistir e fazer o meu olhar de vergonhosamente condenável.
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Oh que caralho, parte II ou a sequela
Hoje não vou falar-vos da minha mãe. Continua de baixa e a recuperar.
Hoje venho falar-vos da mãe da mãe. Aparentemente, este lado da família tem um problema qualquer com as quartas feiras. Ora há acidentes de carro, ora há quedas em buracos de calçada com direito a olho negro, braço todo pisado, prótese dentária partida, lentes dos óculos lascadas, etc.. Quartas de quinze em quinze dias, alternando na geração. Visto que não tenho filhos, daqui a um mês é comigo. Espero para ver.
Fui contactada hoje, já que a avó teima em não avisar ninguém das suas maleitas, ocorridas ontem. Contactada mais ou menos pela mesma hora que há 15 dias. Cu a caminho do hospital. Seguro outra vez envolvido. Queda num buraco da fantástica calçada portuguesa. 4 especialidades médicas, 4 exames. Início bem mais rápido do que esperava. Depois, claro, a decadência. Espera pela TAC. Insulinodependente, informação dada na triagem e aos dois médicos que a viram. No pasa nada. Lá tive que ir eu "relembrar" pela quarta vez, para ver o açúcar da vovó nos 400. Sem comer. Mas também sem insulina. Visita aos labirintos daquele hospital perfeito. Encontro com a médica de outra especialidade para resolução de outras questões. Na brincadeira, 2h volvidas em que me afastei da velhota para resolver problemas porque o resultado da TAC demorava o mesmo, volto e seguimento da situação da diabetes, zero. Que era para ser avaliada de hora a hora. Foda-se mas ela está ao cuidado do hospital ou do meu?? Diabos me lixem, não fosse eu já andar a ver hospitais em demasia e reclamava. Reclamava porque o atendimento telefónico é de mau a pior, porque falar com um médico em situação pessoal ou profissional é impossível, porque uma doente diabética seguida naquele hospital que depende exclusivamente de insulina não pode ficar ao abandono, porque se não mexes o cu como acompanhante, os doentes morrem encostados a uma parede. Ainda assim, e contudo, depois de lá ter estado das 12h30 às 19h15, o ridículo é que conhecendo aquelas urgências como infelizmente conheço, admito que a vovó foi despachada a velocidade expresso. 4 médicos. 4. Alta daqui, agora passa para ali, receita na não, depois exames acoli, mais estes, depois este, agora aquela para cirurgia, depois para oftalmologia. Podia ter sido pior!! E estive lá 7h.
Pelo caminho, vi um preso arrogante escoltado por três polícias, dois chef, um tipo que deve ter perdido o dedo tal o tempo que demorou a ser visto, ciganos que desconhecem o conceito de silêncio, um auxiliar saradão e cheio de tattoos, uma estudante de medicina lá do leste com uma bata e com talvez uns mini calções de ganga mas julgo só ter visto pernas.
Já tive hospital que chegue por anos.
Parto? Já esteve mais longe. Ontem esqueci-me da pílula. Again. E se não me rir e gozar, choro. Porque além do mais, tenho um caralho de um tio.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Caralho de dia
Eram 10h35 e enviei mensagem ao marido a dizer que já tinha trabalhado para o dia todo. Daqueles dias em que toda a gente se lembrou que tinha que ir à farmácia. E logo pela fresquinha.
Eram 11h e pouco e já estava a deitar os bofes de fora, a mandar o sistema informático à merda e a ameaçar chorar porque perdi trabalho meia dúzia de vezes, sem solução à vista. A essa hora, o ar condicionado já estava ligado nos 19º.C e o meu estômago a roncar sem pausa para abastecimento. Pouco depois, pus-me a pensar na vida. Profissional, diga-se. Esta merda está deveras agreste e vejo a vida a andar para trás. Muito para trás.
Vi caixas e caixotes a chegar. Vi pessoas, muitas, e eu odeio pessoas. Vi o sistema informático sem funcionar.
Vi o telemóvel a tocar. Ouvi a minha mãe a falar de um acidente, do carro todo desfeito do lado dela e que estava a caminho do hospital. Liga para a tua avó.
Estou no hospital desde as 14h40. Houve um raio-x e um analgésico iv. Já vi um morto. Já vi muitos quase mortos. Já vi uma pessoa a ser reanimada.
A minha mãe continua na sua maca à espera. De qualquer coisa. Odeio hospitais. Onde mais se devia prezar a vida humana...
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Eu não posso mais comigo
Vocês não podem mais comigo.
Eu não posso mais com a GalpOn.
Por solidariedade, vocês não podem mais com a GalpOn.
Há um mês rescindi um contrato. Que estava realmente rescindido no dia seguinte. Há uma semana liguei e não estava administrativamente rescindido. Por telefone, depois do jovem me ter dito que até tinham estado a mexer naquele processo naquele dia, disse Escreva lá na minha extensa ficha de cliente que não se atrevam a enviar-me nova factura para a semana. Esta semana. Ontem à noite. 23h.
Detesto mas detesto que me façam passar por parva. Mexe-me com o sistema. E esta GalpOn está claramente a passar das marcas.
Hoje ligo.
Sábado volto a um balcão deles sabendo que é para reclamar e não para ver o assunto resolvido. Porque a um dia de semana a equipa já não estava às 18h. Ao sábado então...
Tenho para mim que isto vai ser resolvido a mal. Porque eu já estou a ferver.
quarta-feira, 26 de março de 2014
Arrebenta a bolha
Toda lampeira, saio do trabalho. Fim do dia, altura de ir para casa refastelar-me no bem bom.
Nop. Achava eu. Dificuldades em andar. Dores. Parecia um veado recém nascido que não se equilibra nas pernas. Nos pés.
Ponderei plantar-me nas urgências do maior (e pior) hospital da capital e pedir para me arrebentarem a(s) bolha(s) e para me deixarem os pés martirizados com as sete chagas bem evidentes para posterior santificação da minha pessoa.
Sou uma sofredora.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
E agora eu.
Eu levei com a chuvada quando voltava para Lisboa depois de um fim‑de‑semana fora.
Eu levei com a ventania quando estava no Ikea a passear-me entre cortinados, lençóis e tapetes e a luz ia e vinha, o tecto levantava e não havia sistema informático.
Eu ri-me quando, a querer ouvir o relato do derby, me apercebo que nem ouvi-lo nem vê-lo!
Eu levei com o temporal quando me disseram que o jovem da Telepizza que me trazia as pizzas foi assaltado à porta do meu prédio por 4 pessoas que, numa noite de chuvadas e vento, estavam por ali a passear. Oh por amor de deus!!!
E eu estava pela Mariana!
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
São 19h10
Cheguei a casa há 10 minutos. Descalcei-me e sentei-me no sofá. Estou de casaco, mala em cima do sofá ao meu lado. Liguei a tv. Preciso pôr o cérebro na prateleira. Sic Radical. Bad Girls Club. Perfeito. Procurem. É bastante mais deprimente que Os Segredos e afins.
Sinto-me algo apática. Tenho a sensação que quando me meter debaixo do chuveiro me fico lá por tempo indefinido. Não sei porque estou assim. Ou sei. Suspeito. Porque a vida não é rosa, porque não andamos em nuvens de algodão, porque não fazemos o que queremos, quando queremos e como queremos. Porque há notícias que nos deixam de olhos esbugalhados. Ao início não se acredita. Depois duvida-se. No fim, pelo tom, pela expressão, pela seriedade da conversa, tem-se a certeza. Vêem-se as lágrimas nos olhos, vê-se a desilusão, a tristeza. Olham-me como se eu soubesse, como se fosse uma erva daninha. Não sabia. Felizmente, não sabia. E foi uma surpresa das merdosas. Por mais que se implique com algo ou alguém, não quer necessariamente dizer que estamos melhor sem isso. Não era o caso. Não é. Não estou melhor sem isso. Ou não vou estar. Por mim, trocava umas coisas. Umas pessoas. Fico com esta e dispenso esta. Mas isso sou eu. Não sei quem me lê. Diacho, não sei. Posso suspeitar mas não sei. Olá para vocês. Ya, trocava!
Passei de uma manhã porreira para uma tarde de merda. Passei de um Cadê para um Já foi. Vi lágrimas, ouvi fungadelas, ouvi desculpas, vi caras cerradas. Não culpo quem está envolvido, realmente envolvido. Não culpo quem está de fora. Cada um faz por si e a mim também me quiseram lixar. Mas é complicado de engolir. E a injustiça é que revolta. Uns dão tanto, outros nada e pumba. Azar o dos primeiros. É suposto passar-se a vida com pézinhos de lã para ver se escapamos? Prevejo um futuro difícil. A curto/médio prazo. A longo, já nem sei se existe.
Estou chocada. Estou surpreendida. Com tudo. Com o inesperado, com a situação, com o futuro. Estou frustrada. Sinto-me frustrada. Pergunto-me tantas vezes se escolhi o curso certo, a profissão certa. Em quanto tempo passarei a ser mais uma que pensa em sair deste país à beira mar plantado?
Descobri por mim, aqui há anos, que não existem insubstituíveis. Tapa-buracos há por aí às dúzias. Melhor ou pior, fazem o que é preciso. E depois cada um valoriza aspectos diferentes. Agrada-me saber que valho alguma coisa. Agrada-me saber que não sou dispensável. Até ver. Porque, está visto, isso é relativo. E é fodidíssimo.
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Eu. Segunda-feira.
Estou alive e a bombar.
Vim agora almoçar.
Muita sorte tenho eu
Se não acabar a gomitar.
Cabidela, polvo à lagareiro, pataniscas com arroz de feijão, empadão. Só alternativas saudáveis para o meu estômago de merda. A melhor forma de ir parar a casa mais cedo é nem negando o café. Visitar a WS, comprar cenas badalhocas e encher a dispensa que se lixe...
Ainda não percebi se a culpa foi do almoço de ontem, se foi do Mateus Rosé, se foi do desejo não cumprido de sushi, se foi das ancas calientes do Pedro Teixeira. Raios!
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Ontem à noite, fui acusada de ter um caso.
Admito.
Não consigo parar. É viciante, aliciante, atraente. Quero mais. Mais. E sempre mais. Nem me canso. Era quase a toda a hora, se pudesse. Mas não posso. Não consigo. Não tenho tempo. Trabalho. E é uma pena. Passaria todo o meu tempo nisto? Nem tanto. Mas algum. É, portanto, à noite que mantenho o meu caso. Na frescura da noite. Na escuridão. Pela calada. Fotos. Autênticos chats. Tão real.
Admito.
Malditos blogues, sempre a postar, sempre a responder!
segunda-feira, 22 de julho de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Não tarda são 23h
E a dor de cabeça dura há 24 horas. Nem iburpefereno, como disse o do Infarmed, nem paracetamol, nem estando de molho às escuras, nem estando linda e radiosa ao sol. Queca, também nem vê-la. O que me vale é que não sou uma gaja de vómitos.
No entanto, vejo o Guedes a dizer à mamar-doce que a paixão o alimenta, que o beijinho e o xi-coração são suficientes para o satisfazer e apetece-me regurgitar e ainda ganho mais uma pontada do lado direito da mona!
Fuck me, fuck me not
Diz que das melhores coisas para tirar uma dor de cabeça é uma queca decente. Orgasmo, endorfinas, vasodilatação e afins.
Ofereço-me para ensaios clínicos, lésbicos inclusive.
28 anos, 1m40, 80kg.
Aguardo impaciente.
Depressa.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Quero arrancar a pele
Arrancar a pele. Quero arrancar a pele. Quero tirar isto. Esta impressão. Esta sensação de usada. De abusada. Sem consentimento. Esfrego-me, coço-me, arranho-me. Quero arrancar a roupa do corpo. Quero arrancar a pele!
Melgas. Cinco picadas. Cinco valentes babas. Putas.
Sou uma pequena doce, pois sou?
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Inspira. Expira. Inspira. Expira. Não serve. Pronto, fui fumar.
Se hoje me desse para cortar os pulsos por cada pessoa que refilou comigo, sobravam-me lâminas porque me faltavam pulsos.
Ora porque atendi quem não tinha senha mas que chegou primeiro.
Ora porque defendi a minha estagiária super profissional que teve o azar de atender das velhas mais estúpidas que ali há, com quem já me chateei uma vez, que gritou com ela e comigo, a quem expliquei tudo o que levou e pagou mas que não percebeu porque, foda-se, é analfabeta e pouco esperta e não entende o que se lhe diz mesmo explicando devagar como se fosse extraordinariamente burra, que é. Que chega a casa e me manda o filho, como eu lhe tinha dito para fazer, mas o pobre homem não pergunta nada porque já sabe a mãe que tem.
Ora porque oiço recados da mosca morta com micose nas zonas húmidas que se queixa de não saber os planos da farmácia pela chefa mas por utentes e que é muito mau, que não está habituada àquilo, que não esperava e que lhe mexe com o sistema. Dizer à chefa? Dizias.
Ora porque despacho os meus utentes que ali vão de muito longe como se o tasco fosse um café e nos pudéssemos sentar na esplanada.
Agora e além disso, estou a 1 hora de uma casa de banho, tenho um inteiriço vestido (Ana Malhoa, adoro-te e é em tua honra) e estou aflitinha aflitinha para o chichi.
Estou nervosa, cheia de adrenalina a correr-me pelas veias e tenho um maço por minha conta. Adeus, mundo cruel.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Hoje tenho uma inveja louca do Cristo Rei
Eu, envergando apenas uma túnica, ar condicionado por baixo, braços abertos, ali em posição chave a levar com uma valente brisa e uma valente vista sobre o Tejo.
Sou só eu que estou toda pegajosa hoje?
Sou só eu que estou toda pegajosa hoje?
Quase 3h da manhã
Acorda, adormece, acorda, adormece.
Janelas todas abertas, corre uma ligeira brisa mas Chata continua encaloradíssima. Hesito entre beber mais 1 litro de água ou tomar um banho de água fria. Pondero deitar-me no chão da varanda ou cobrir-me de gelo na banheira. Roupa, nem vê-la. Contudo, transpiro. Posição, para cima, para baixo, de lado, pernas escancaradas, franga-like. Acorda, adormece, acorda, adormece. Só preciso estar a pé daqui a 6h.
Esta noite promete :(
quarta-feira, 3 de julho de 2013
A luta continua
Cada vez que vou à casa de banho, derivado (não gostam tanto do derivado?) à ingestão do meu litro e meio de água, é ver-me a tirar a bata e despir o macacão para fazer o chichi. Acrescente-se o ficar só em roupa badalhoca quando é para pôr e tirar as meias de descanso. Acrescente-se ainda que as mesmas hoje vão-me chegar aos pés. Cilícios, pá!
terça-feira, 4 de junho de 2013
Feira do livro
Consta que é hoje.
Se me pisarem os dedinhos de fora, cuspo fogo. Estou de muito mau feitio.
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