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sábado, 11 de abril de 2015

Fifty Shades ou Pretty Woman with Leather and Feathers

Finalmente vi.
Vi o filme de BDSM do momento.
Não.
Vi o thriller erótico do momento.
Não.
Vi a comédia romântica do momento.
Fifty Shades of Grey.

Mais uma vez digo que não li os livros. Tive os três na mão e não li mais que algumas linhas do primeiro volume. Daí que avalie o filme pelo filme e não por ser ou não fiel ao livro. Como filme, um desastre de Domingo à tarde com nus e "sexo". Como filme adaptado de um livro de cariz sexual, uma canção de embalar.

Comecemos pelos actores. 
Não sei. Não sei mesmo. Não sei se ele é mesmo canastrão ou se faz parte do papel de príncipe negro de coração dorido armado em dominador. Tem aquele sobrolho sempre carregado e pouca afectividade. É o que se quer. Ela. Sem grande carisma. Para o papel basta-lhe o corpo. Ar deslavado. Pouca tensão sexual, pouca intensidade. Muitos beijinhos. Muitos mais do que imaginava. Muito exagero na hora de mostrar o quão bom é aquele homem a dar-lhe prazer.

A história. Um clichê. Um filme de clichês. Uma universitária inocente e virgem, ar de Lolita com idade para ter juízo, usa jardineiras e vai para a noite de t-shirt. Vai entrevistar um multimilionário pouco mais velho do que ela com um casaquinho de malha e uma camisa às flores. O patinho feio que se transforma no cisne esbelto? Arrancou-me as primeiras gargalhadas de wtf logo ao início. Cai ao entrar no gabinete do mauzão e ele vai logo dar-lhe uma ajudinha. Olhar número um. Esboço o primeiro sorriso. Faz aquele ar de Britney Spears no Baby One More Time quando encosta o lápis à boca. O sorriso passa a uma gargalhada. O que é aquilo? Depois passa a vida a morder o lábio? O que é aquilo? A sério, o que é aquilo? Se há química? Sei lá. Há exagero. E clichês. Ai deixa-me apanhar a chuvinha para me tirar os calores. 

Tirando o "sexo" (adiante voltarei aqui), é um clássico Disney. A bem dizer é a Bela e o Monstro. Um romance de cordel."Ah não te apaixones por mim, Ah sou um fifty shades of fucked up person, Ah és virgem? Resolvo-te isso em nem 2 minutos de filme (que espero e desejo que tenham sido pelo menos mais que duas páginas de livro), Ah vais à mamã, vou aparecer por lá e ninguém vai achar que sou um stalker pervertido só porque tenho dinheiro e voamos de heli e ultraleve, Ah vou levar-te para o quarto vermelho do prazer, vou fechar a porta e tu jamais pensarás que não vais sair daqui viva mediante tanto objeto sexual do demo, Ah não durmo com ninguém mas contigo é logo na primeira noite porque... Onde é que tu andaste? À tua espera."

Um filme que retrata o mundo Sado-Maso? Bem, quando isto saiu todo o mundo falava n'A história de O. Vi logo que pude. Mais do que umas chicotadas e umas palmadinhas no nalgueiro. E é um filme da década de 70. Cenas SM? Perversão? Sexualidade crua? Sem medos? Faltam-lhe quilómetros de realismo.


Quem leu os livros diz que tem descrições sexuais muito explícitas, de fazer corar os mais cândidos. O filme foi suave. Demasiado, diria. Percebo quem quis ler, percebo quem foi ver o filme, percebo o histerismo. Comparando. Vi os filmes da vampirada. Filme de Domingo à tarde, passa-se o tempo. Fica-se com um pequeno ódio de estimação à Bella, oh Bella, coisa mais mal enjorcada. Li os livros. Percebi a histeria. Um autêntico chamamento às sonhadoras de amor. Fórmula imbatível. Mas fácil. Dada. Uma gaja difícil que cede à pressão do homem forte que lhe oferece mimos, por quem se apaixona mas de quem se prefere afastar para no fim casarem e terem filhos.

Uau.

A mim deu-me para rir.


terça-feira, 30 de setembro de 2014

Pergunta cujas respostas poderão resultar em facadas no meu coração

Qual ou quais os livros que vocês podem achar estranho ou improvável que alguém não tenha lido?


Digo-vos que isto dá uma conversa de cama fantástica.

terça-feira, 17 de junho de 2014

segunda-feira, 16 de junho de 2014

domingo, 20 de abril de 2014

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Dúvida existencial

Estou a ler um livro cujo narrador é autista. Tocou num assunto que me pôs a pensar. Estou curiosa.


O que fazem primeiro?
Vestem as calças?
Ou calçam as meias?

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Natal - parte ii

Nunca me lembro de ver os supermercados tão vazios numa véspera de Natal. Crise ou antecipou-se tudo?

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

"Bate-me, domina-me"

Ontem fui ao cinema. Adivinhem. Sorte no amor E no jogo.

Roman Polanki.

Pousada. Império Austro-Húngaro. 1870.
Teatro. Audições.
Francês.
Ambivalente. Ambíguo.
Sacher-Masoch. Sexismo. Pornografia. Subjugação. Dominação. Poder.
Martelo. Bigorna.
Decotes. Mamilos.
Madame. Senhora. Deusa.
Vénus. Afrodite.
“E Deus o puniu, e o entregou às mãos de uma mulher.”
Judite 16, 7
Gostei.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Marcha tudo

Gosto de ler, já aqui foi dito. Gosto muito. Faço-o principalmente ao almoço. Ou no caminho para o trabalho e casa. Nas férias, devoro livros. Praia, piscina, o que for.
Mas lá estava eu, a sorver Florença e o Inferno, quando a empregada do tasco onde tomo o café me diz: "Dra., tenho lá em casa um livro que lhe vou trazer. Sabe, não gosto de ler mas tive mesmo de comprar o livro. Estive em mudanças, ele esta lá metido para umas caixas, vou procurar e trago-lho." Não sei o que me chocou, se é que me chocou. Livros, tenho às dúzias. Ela tem um. Que foi obrigada a comprar. A mim, seguram-me para não os comprar.
Os dias foram passando, o livro foi ficando na caixa. Até ao dia em que entro para tomar o café. Sou atendida pelo dono, o que em tempos me oferecia cafés e que agora me cobra mais 0,05€ por me sentar lá fora. Ela desaparece da vista e volta com um saco. Com o prometido livro.
Círculo dos Leitores, obrigação explicada.
Coincidência ou não, de uma autora que já me fez muita companhia com a sua Rizzoli e Isles. É um facto, papo policiais como gostava de papar homens (chama-se exagerar, isto. Na parte dos homens, não dos policiais). Em boa verdade, é por isso que a meio de um livro e/ou série já dou o palpite sobre quem é o assassino. E não falho por tanto.



(Diz que se segue poesia...)

terça-feira, 2 de julho de 2013

Luis Miguel Rocha

O gajo também usa a expressão pinadela.




Posso andar aqui a remoer o livro há uma semana mas se escreve pinadela e fodido é para continuar.

sábado, 15 de junho de 2013

Li o primeiro e acabei de ler o segundo

Nem sei se demorei 2 horas a lê-lo.


Sou uma virgem ingénua e púdica ao pé dos miúdos de hoje.

domingo, 9 de junho de 2013

Regresso à feira do livro

Voltei lá.


Aprendi uma série de coisas.

Primeiro. Não sou uma tipa fashion. Posso ter levado calças verdes e uma blusa limão mas não sei andar de calção com nádega de fora, bota até ao joelho e collant calzedonia com renda/desenho/cenas.
Segundo. Sou anti-social. Não suporto ter de pedir licença a um pé para mexer o outro para conseguir andar. Não devo gostar assim tanto de farturas porque não tive paciência para esperar na fila. Não aguento gente mal-educada parada no meio dos corredores ou a impedir o trânsito. Detesto mesmo pessoas.
Terceiro. A blogosfera está recheada de badalhocos furtivos. O livro que eu publicitei sumiu. Evaporou. Esfumou-se. Porcos! E agora? Como vos vou ensinar a dar um orgasmo valente, dos lá do fundo, demoradões, a uma gaja?

terça-feira, 4 de junho de 2013

Feira do livro

Consta que é hoje.


Se me pisarem os dedinhos de fora, cuspo fogo. Estou de muito mau feitio.