Já botei 2 pacotitos de açúcar à mala porque não os consumi.
Já bebi 1L de água, entre chá e água mesmo.
Já me fui às cerejas mas ainda estão verdes.
Estou enchóreçada numas meias de descanso que me fazem calores.
Não compreendo e nunca compreenderei a necessidade mórbida e masoquista em insistir numa coisa, que é como quem diz numa relação e/ou pessoa, que não é para ser/para nós.
Estou a meio do primeiro dia de trabalho da semana e já me apetece matar uma colega com requintes de malvadez.
Café sem açúcar é uma merda. É a próxima coisa a ser posta de parte.
Só precisava do segundo prémio do milhões. Só o segundo, sim?
Quero muito um cão daqueles picnitos que se põe dentro das malas e se leva para toda a parte.
Quero ir para fora cá dentro e para fora realmente lá fora.
Quero queijo de cabra na salada do jantar.
Às vezes, apetece-me estropiar pessoas.
O meu anel é elogiado sempre que sai à rua.
O meu stalker já não me liga, será que me lê?
Não tenho tempo para o FB do tasco, virei para o Instagram.
Aquilo dos BILF está subvertido. Quem é que não quer pinar o Menino de Sua Mãe?! Terei que recordar-vos aquele malogrado post sobre sexo oral?
Devia ir aos iogurtes mas o tempo está a ficar justo.
Não me apetece trabalhar.
Agora ia-me a uma aulita de abdominais, que já me consigo dobrar.
Vai estar tempo de praia no próximo fim‑de‑semana?
Já tomei um comprimido para a alergia que isto está que não se aguenta.
Pausa da pílula é coisa que já nem faço.
O meu colesterol anda mantido nos níveis à conta de muito salmão, leia-se sushizadas.
O sexo tira-me tempo. Engomei a bata a correr e não pintei as unhas.