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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Aguada

Cheguei esfomeada a casa depois de uma manhã de trabalho. O homem andava armado em empregada doméstica e eu precisava de comida. Tinha a ideia de ter no congelador um mix de marisco, salmão e pouco mais já que andávamos a acabar com tudo o mais possível para poder descongelar aquilo, que as gavetas já abriam com dificuldade.

Toda contente abarbato-me ao salmão para o fazer no forno, queijo por cima, ervas, supimpa. Já salivava. Mas então... Mas então, ponho-lhe melhor os olhos em cima. Tão laranja. Não rosa, laranja! 


Ah, a abóbora que parti em "lombos" e congelei da última vez que fiz sopa!!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Fim de semana de Halloween e em como no próximo ano não finjo que não estou em casa quando os putos me baterem à porta


Ponto primeiro. Fui jantar ao Bairro Alto na sexta-feira. Levei uma mala pequena, Cartão do Cidadão, 30€ e o MB. Cheguei a casa cerca de 5h depois sem o Cartão do Cidadão.
Ponto segundo. Fui para o Porto de comboio. Sem CC e com a "necessidade" de o apresentar ao pica. Felizmente não. O comboio partiu com atraso. A partilhar dos nossos lugares, um triste que falava em "terakis", que se espreguiçava como se não houvesse amanhã e que achava que podia limpar a sola dos sapatos ao assento do lado.
Ponto terceiro. Tive um belo Sábado que nem tudo pode ser mau. Sol, calor, uma bela paisagem. Ainda assim, achei que ia ser trucidada por espanhóis, franceses e italianos. A cama do hotel era boua boua boua!!!
Ponto quarto. Céu relativamente nublado. Belo pequeno almoço. Caminhada de 30 minutos. Por volta das 13h, e depois de me benzer por sempre ter levado o casaco, começa a chover. Não eram pingos, eram enxurradas. Apanhei A molha da minha vida. A. Sem arredar pé. Num sítio onde não havia abrigos. Num sítio com árvores enquanto trovejava. Com o telemóvel do homem comigo e sem saber dele. E sem saber que tinha o telemóvel dele comigo, liguei, liguei, liguei, liguei. O meu iPhone à chuva. Por mais que ligasse não ouvia nada. Embora o tempo de chamada (que percebi depois ser do correio de voz), contasse. O iPhone morreu naquela descida do dilúvio no Porto. Cabutz. As botas de camurça todas molhadas, pés a fazerem chop chop, o casaco todo molhado, a pesar três vezes o seu peso, as calças de ganga todas coladas ao corpo, o cabelo colado à cara, o rímel a escorrer fronha abaixo. Pus-me a caminho do hotel, o check-out estava perto. Fui. Sem homem. Sem saber dele. A caminho do hotel, a penantes, porque nada de táxis, passa-me um senhor condutor cabrão filho de puta ao lado a assapar. Não estivesse eu já molhada e tinha-lhe atirado uma pedra da calçada ao ao carro, cabrão de merda, que me deu um banho integral. Avé senhor, que, na loucura, e quando se está algo desesperada, perde-se o juízo, aceitei boleia de um tipo com ar razoável que fez a sua boa acção do dia ao salvar dois desgraçados do fim do mundo e deixou-me à porta do hotel. Espero que o Senhor lhe dê muitos meninos e um EuroMilhões. 
Ponto quinto. Cheguei ao hotel 45 minutos antes do check-out graças à boleia. Tomei banho quente, "sequei" as calças com o secador, nada a fazer às botas, arrumei os tarecos. O meu telemóvel toca de um número que nunca vi na vida. Atendo. Nada. Ah pois, o iPhone morreu. Mas só em parte. Eu é que não oiço.'Tou, 'tá lá, és tu? Não te oiço mas estou no hotel. Hora de sair e nada do homem. Equaciono falar com a famelga dele, Olha perdi-o... Começo a pensar nas hipóteses, polícia, hospital. Seria assim tão estranho assumir como ponto de encontro o hotel? Como era a vida antes dos telemóveis?
Ponto sexto. Ele chega já depois do check-out feito. À moça da recepção, desejo muitos meninos e um cavaleiro andante ou uma carreira promissora, whatever. Banho quente. Ainda assim a tremer-me que nem varas verdes. E o homem é uma brasa. Olha, queres lá ver que tenho um hipotérmico aqui, agora?
Ponto sétimo. Francesinha. Tarte de amêndoa. Café. Eu a tremer que nem varas verdes com os pés numas botas a fazerem chop chop e com o único casaco a pingar água nas mangas. Fui às compras. Detesto lantejoulas e comprei uma camisolinha de malha com um laço em lantejoulas!!
Ponto oitavo. Fim de semana a aproximar-se do fim. Eu, no comboio, descalça. A pensar. Segunda, folga. Segunda, ir à polícia dar baixa do cartão do cidadão, ir a uma loja do cidadão ou cartório para fazer outro, ir à minha consulta de gaja, ir a uma loja dar uso à garantia do telemóvel, escrever cartas para a senhora Galp e afins. Belo dia. Belo, belo dia.
Ponto nono. Segunda. Parece que habemus Cartão do Cidadão algures numa esquadra de Lisboa. Que o Senhor dê a quem o entregou aquilo que mais deseja.



Ai gozas com o Puorto. Pimbas. O feitiço só desaparece quando regressas à capital... E devo estar a esquecer-me de mais qualquer coisa...

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Resumo breve do fim‑de‑semana

Fui ao cinema.

Vi uma mama, um pénis, intestinos de fora, bocas muita nojentas, pedras brilhantes, um japonico super-homem, aliens vs. Matrix vs. X-Files, cães a comer gente, cantores do Japão feudal, entre tantos outros absurdos.


Supimpa.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Resumo do fim‑de‑semana

Ginásio. E apesar das dores nas pernas, o bem que sabe levantar cedo e exasperar o corpo?
Praia. Merda da maré cheia. Esplanada. 5.
Sobrinha linda. Mar. Cães. Areia. Cavalitas da tia só para lhe dar cabo do pescoço mais um bocadinho. Depois de ter ido ao tio.
Caracóis.
Salada.
Melga. Uma melga. 5 picadas. Uma venda nos olhos e uma mama de fora. Faltou a foto.
Dormir até ao meio-dia.
Lavar muita roupa, secar muita roupa.
Arrumar a casa. Banho.
Coise. Mais o futebol. Estava muito calor ou quê? Mais banhos.
Jantar a três ao som dos apitos, das buzinas e a ver cachecóis vermelhos. Tricas.
Cair na cama e, puff, horas de ir trabalhar.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

A vida faz-me bem

O Benfas ganhou, na sua Catedral.
Está sol.
Mais feliz, só se com o Milhões no bolso.
Dormi, pelo menos, 6h seguidas e mais uns restos.
Tomei o café da manhã.
Já tenho a tinta para o cabelo para voltar a ser loira com o sol.
O trabalho está pacífico.
Tenho as crocs e as meias de compressão 140.
Toda a gente me fala do Benfas e do meu vestuário verde.
Aquilo do ginásio está garantido para Maio.
Cheira-me a sushi para um destes dias.
Ganhei bilhetes de cinema.
Tenho um fim‑de‑semana planeado para o qual desejo muuuuito sol.
3 semanas seguidas de 3 a 4 dias de trabalho é mais do que podia pedir.



Ou bem que venho para aqui disparatar ou bem que não tenho nada chato para vos dizer...

domingo, 30 de março de 2014

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Acabada de sair do fim‑de‑semana

No sábado trabalhei de manhã, lavei e estendi 2 máquinas de roupa, a casa foi arrumada e limpa, o serão foi descombinado e passado em casa com crepe de maçã e gelado.
No domingo deu-se um contratempo que impediu um encontro a 5 para reposição de conversas em atraso. Ao final da tarde, em troca de favores sexuais, fui passear-me pela loja sueca de móveis, fui jantar ao Mac e tomar café ao som do Factor X em casa alheia. A ceia foi em casa, com direito a chá e bolinhos e seguiu-se o pagamento dos favores sexuais. Adormeci às 2h30.

Acordei às 7h15.
Cheguei ao tasco a 2 minutos de o abrir sem pausa para café. Já trabalhei para burro e mais parece haver. Estou a 5 minutos de ingerir o primeiro café do dia.

Trabalho até às 18h. A previsão de chegada a casa hoje é depois das 22h. Tenho programa pós-laboral para hoje, amanhã, quarta e sexta. Sobra-me 5a.

É segunda e já estou moída.
Espera, 5a pode ser um bom dia para voltar à loja de móveis já que o fim‑de‑semana também está ocupado.

Aaaaahhhhhhhhhhhhhh!

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

No fim‑de‑semana descobri

Que de pouco serve o despertador do meu homem tocar que ele pouco lhe liga.
Que o Daniel Day-Lewis é, de facto, um actor do camandro.
Que se me dizem que querem pinar, é porque vamos pinar.
Que dizer que não quero o vinho e depois pegar nele só para molhar os lábios pode resultar em tinto na mesa, na toalha, no chão, nas paredes, nos móveis...
Que não é boa política fazer as compras para casa num Continente num sábado à tarde.
Que as tartes de maçã do Mac continuam de comer e chorar por mais.
Que tenho pedalada para dois filmes de seguida. Um em bom, outro menos bom. Talvez seja da minha antipatia natural pela Lawrence.
Que depois de jantar, ainda consigo comer rebuçados de fruta, pipocas salgadas e gelado. E rebuçados de fruta.
Que o meu despertador toca, eu abano o homem, ele despreza-me e eu levanto-me.
Que dois pães grandes sem miolo seriam o tacho perfeito para a minha açorda de marisco. E gambas sem casca.
Que o bolo de chocolate com Oreos da Royal não é fantástico.
Que o Mateus Rose me dá sono.
Que nunca é só um beijo. Que nunca são só dois.
Que 5-10 minutos chegam para espasmos e sorrisos na cara.
Que a televisão alta é um empata-sestas.
Que a loiça não se lava ou arruma sozinha.
Que alguém que não eu vai aspirar a casa.
Que a roupa para passar não se passa sozinha e que quanto mais tempo adiar mais me vai custar. 3 ou 4h. Entretida a ver a Bella, o Lobito e o Dudu.
Que torradas com leite com chocolate são um jantarinho de domingo supimpa.
Que o Factor X já deu o que tinha a dar.
Que a blogolândia me anda a cativar muito pouco.
Que consigo adormecer sentada e com a cabeça no ombro do homem lá de casa.
Que me esqueci da existência de morangos no frigorífico.
Que a segunda-feira chega demasiado depressa.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Um duro golpe no bolso dos cinéfilos

Este fim‑de‑semana propus-me ver mais alguns filmes dos que estão nomeados para os Óscares. Obviamente que a minha maior curiosidade residia na tal comédia com o Bale gordo e a Adams a usar vestidos de fazer inveja aqui à moça. Ora, assim de repente, e apenas relativamente às categorias mais importantes, parece-me que este filme tem 4 nomeações: melhor filme, melhor actriz principal, melhores actriz e actor secundários. Ainda não vi todos os outros que competem com esta película em todas as categorias mas, em qualquer das categorias, há quem o bata aos pontos. Mil desculpas, tenho uma certa dificuldade em agraciar o filme e as interpretações com o que se considera o maior prémio de cinema. Melhor filme? Nem este nem o Gravity. Melhor actriz? Ok, gostei da Amy, estava num registo diferente do que é habitual, tom de voz diferente, expressões faciais de mulher. Mas melhor actriz?? Melhor actor secundário. O Bradley que me perdoe. Sou sua fã desde Alias mas não lhe sou um Óscar nem morta. Os canudinhos ficam-lhe bem, o fatinho idem mas a interpretação é banal. Melhor actriz secundária. Perdoem-me o português mas Que Caralho?!?! Pela segunda vez me espanto com a nomeação desta tipa. São as mamas, não são? O cu? As ancas...? Que fantástico papel, que fantástica interpretação faz ela para sequer ser considerada para o prémio? Este filme podia ter o melhor guarda-roupa e a melhor banda sonora. Que a saber nem sequer é original.

Resumindo, não achei nada de extraordinário. Nada de fantástico. Nada de supra-sumo da batata. Mais, achei-o tão estimulante que adormeci uma série de vezes. Mais, foi tão estimulante que até a companhia fechou os olhos por segundos.

Concorri para ganhar bilhetes para a antestreia. Perdi o meu tempo. Agora que sei o que sei, haviam de me pagar para assistir ao filme. Pagar para o ir ver? Rude, rude golpe nos bolsos dos pobres portugueses em crise.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Como começar o fim de semana em bom?

Correcção: 
ele na cama, almofadas no sofá cobertas pela manta a querer enganar, 
casa às escuras só iluminada pelas luzinhas da árvore.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Balança de 2013

Sim, escrevi bem. Balança. O balanço fica para amanhã se houver tempo...


Depois da minha amigdalite vesiculosa, a balança sussurrou-me maravilhas ao ouvido em tom promíscuo e sensual. 
Vinda do Natal, senti-a a chamar-me para me gritar horrores mas achei por bem ignorá-la até findas as Festas já que sinto todo um novo anafamento. 
Ontem, contudo, dei por mim a experimentar todas as minhas calças. Quando elas entram e saem sem ser preciso desapertar o botão e quando ponho oito de parte porque não vale a pena guardá-las mais dez anos, sei que a balança, no final de 2013, me vai ser muito mais meiga do que em finais de 2012. 

E pretendo brindar a isso!!

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Sexta Feira 13 e há dias de sorte?

Sexta 13, deitar um tudo menos tarde e cedo erguer, trabalhar, ir a casa a correr e voltar a sair para o jantar de Natal do tasco em véspera de fim‑de‑semana em que não trabalho. Natal mais próximo, luzes na rua e em casa, jingles na minha garganta de manhã à noite, Hobbit na calha e, quem sabe, novas experiências gastronómicas.

Hoje é o dia em que finalmente ganho o Euromilhões e vocês passarão a ver-me nas capas das revistas como a portuguesa mai excêntrica deste país à beira mar plantado. Fora deste país, claro está.

Mas como nem só vivemos deste tipo de sorte, deixo-vos, com os tais votos de sexo, drogas, rock e o mais que vos aprouver, com a dúvida sacramental que atormenta todos os homens e que me pediram para botar aqui, eu, a desbocada, e que eu botei só para ver da Vossa sorte.


Orgasmos múltiplos.
Existem.
Para elas? Para eles? Para os dois?
Com frequência?
Clitorianos? Vaginais?
Sexo oral? Masturbação? Penetração?
O que acham que são? Descargas de prazer contínuo? Descargas de prazer crescente com um momento breve de acalmia? X orgasmos numa mesma relação sexual?


Digam-me de vossa justiça, por favor. Obrigada.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Do tempo que passou

Partida. Largada. Fugida.

Aí fui eu. Nós.
Para o frio. Para a lareira. Para a geada da madrugada. Para o aconchego de um lar. Para os Ferrero Rocher. Para a neblina nocturna. Para os doces caseiros. Para os licores ricos em álcool. Para uma cama diferente. Para torradas feitas na lareira. Para uma alvorada tardia, depois da ronha de Domingo. Para um sol quente a aquecer o corpo. Para matar saudades. Para rir, comer e beber. Para aprender que há rabos tão grandes que se fossem torradas só podiam ser barrados com um remo. Para uma visita turística. Para dar azo a novas relações. Para me rir por dentro com uma pergunta que me ficou. Para jogar no tablet alheio. Para usar gorros e cachecóis. Para pedir mais gorros e cachecóis. Para regressar ao fim do dia. Para viajar de noite. Para chegarmos a casa e eu perceber que promessas são promessas, que a cama seria a primeira paragem da noite, que o frio é psicológico e passa numa questão de minutos. Bastam dois corpos muito quentes e expectantes...

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Cenário. Take III.

Sofá, sala.
Estou adormecida em cima do peito dele. Estamos tapados com uma manta. Sinto-me muito quente. O braço começa a ficar dormente. Acordo. "Vamos para a cama?", pergunta-me ele. Fui à frente. Despi-me, pensei no pijama. "Esquece, vou ter calor." Cama, quarto às escuras. Oiço-o lá fora. Apago por momentos. Chega ao quarto e acende a luz. Desperto. Apaga a luz e enfia-se na cama pelo meu lado. Beijos, abraços. Passa-me por cima. Beijos, abraços. Aninhamos. Apercebe-se que estou com muito pouca roupa. Beijos, abraços. Mais beijos e mais abraços. A coisa aquece, os beijos deixam de ser só nos lábios, as mãos passeiam, perde-se a roupa que sobra, o calor aumenta, os corpos ondulam, os lençóis são atirados para trás. De repente só me apercebo que estamos atravessados na cama e que os vizinhos continuam com razões de queixa. Mas parece que não são os únicos.

- Não fiquei a ver o resto do filme depois do intervalo para não adormecer tarde para acordar cedo e tu fazes-me isto.



Uns com tanto e outros com tão pouco. Também perdi uma parte do X Factor porque passei ali uns bons momentos de olhos fechados e não me queixei. Há prioridades!

E o vosso fim‑de‑semana?

Sábado.
Quatro compromissos.
Uma vista do Tejo, comida até sair a rebolar, a minha sobrinha emprestada com cheiro a mustela, comida e bebida até sair a rebolar. Pé na cama praticamente às 4h.

Domingo.
Acordar definitivamente às 12h, levantar às 14h.
Enorme vontade de adormecer no quentinho da manta e da companhia quando vejo o filme de que falei há 3 ou 4 dias a passar na tv. Pronto, ar circunspecto, lágrimas a rolar e coração apertadito. X Factor. Não comento. Filme. Ninho. Adormeço. Cama. Desperto. Desperto os vizinhos também. 3 da manhã.



Preciso de um fim‑de‑semana para descansar do fim‑de‑semana. Bale?

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

"O que é que fizeste ontem? O que vais fazer hoje? O que vais fazer no fim‑de‑semana?"

"Estás eléctrica!" - diz a chefa enquanto estou sentada a abanar as perninhas, a gargalhar como o Minion que não é meu mas que eu é que trouxe para o tasco e que faz um Ahahaha estúpido que TODA a gente adora (Diz que, normalzinha, eu rio igual. Não percebo.) e a cantarolar ATÉ o Jaime Artur e o Impossível.


Ora, saí do tasco depois de beber o copito de lambrusco com as castanhas oferecidas, fui comer uma torrada a meias com o tipo que me trata por devassa e com quem sou realmente muito parecida e fui para casa. Lá, bebi meia garrafita de lambrusco, vi a Grey, desisti do Scandal e ocupei-me com outro tipo de actividades das quais não falo para não vos entristecer e/ou para que parem de achar que isto é um blogue badalhoco. Hoje ainda estou a ponderar se vou estar com a BFF ou se fica para a semana. Ganhei mais um bilhete que pretendo oferecer (não tenho dedos que cheguem, remember?). Amanhã e domingo pretendo acordar tarde, a más horas e ainda poder ficar mais tempo na cama ou no sofá que diz que vai estar frio. Fazer a árvore de Natal. Cinema é uma possibilidade.


Razões para estar eléctrica? É sexta, já fiz o Milhões sozinha, com o gajo que me exaure o corpo e com a equipa do tasco. Estou com a fezada. Se não voltar aqui, é porque fui, com o pinheiro de Natal atrás, pinar para um destino com água morna, álcool, sol quente, sushi a rodos e jacuzzi.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Voltas trocadas

O sábado não foi o planeado.
O domingo, idem.
Na volta das voltas, não correu pelo pior.


Sofá, mimos, lambidas. Sobrinha linda que chama por mim quando não estou, que é alvo de cócegas maternas e que ri e gargalha a chamar pela "hata", que me adormece encolhida no ombro, a cheirar a Mustela. Viagens e auto-estradas, relatos de jogos de futebol, cantiguinhas desafinadas, fim do mundo na escuridão das 18h30, hambúrguer e McFlurry dado à boca. Mais sofá, mimos e lambidas.


E à noite, na cama, com sinceridade, contente com as voltas da vida, sei que estou mais que preparada...

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Habemus...

Mais uma garrafa para deitar fora. 13. Com o treino, resisto cada vez menos ao álcool!
Almoço para hoje, trazido de casa, com a benção da casa dos segredos.
O meu casaco rosa, o meu lenço favorito e as minhas botas feias preferidas.
Alguma indignação, já vinda de ontem, quando no meio de risadas e beijos e álcool, me desprezam o penteado. Schuif. Por outro lado, uma medalha de ouro já cá canta...
Agradecimentos por uma companhia que vou fazer. Isso agradece-se? É como eu a pedir desculpas por algo de que não tenho culpa...? Depois de tu para mim, eu para ti.
Previsões de jantar e quiçá ginga das ancas. Tuntz tuntz. Faz-me falta!!
Evento cultural para a manhã e para o fim da tarde/noite de domingo.
A consciência que não ponho um cigarro nestes lábios há mais de uma semana e estou confortável com isso, apesar de manter o isqueiro na mala.


Sono. Habemus sono. E pressa. Quando acaba a sexta-feira?