Mostrar mensagens com a etiqueta férias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta férias. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Descobrimos a pólvora

O homem chega a casa ao almoço e diz Oh minha prendada, tu gostaaaaavas.

Chega a casa ao fim do dia e diz A fazer o jantarinho?


Dia de folga. Acordei às 8h mas saí da cama ao meio dia. Almoçámos juntos. Tratei das diligências que tinha marcado para o dia. Antes das 18h estava em casa. Quando ele chegou, a carne estava temperada. Ele tratou das batatas para assar e eu da salada. A convidada via as notícias frescas. Antes das 19h30, estava tudo no forno. 


Eu gostaaaava? De ser dondoca e não ter que trabalhar? Ou de não ter que trabalhar para subsistir e só pelo gosto? De ter os dias para mim e não para os outros? De poder fazer voluntariado para me alegrar o coração? De poder passar dias nas esplanadas a ler? De viajar a meu belo prazer? De cozinhar com tempo e não depois de um dia de trabalho de pé? De não ter que planear assuntos pendentes para dias de folga ou sábados? Eu gostaaaaava! 

Alguém não?

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Fear not

I'm alive e, dentro de horas, conto estar meia bubida a atirar bolas de neve ao meu homem.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Voltei, voltei, voltei de lá

Ainda há pouco estava de férias e agora já estou cá.


Não fiz metade do que queria, não comprei nada para o Natal, não fui às luzes, comi e bebi até enfartar, cozinhei e adorei, fui sexualmente feliz, vi todos os episódios disponíveis do Como safar assassinos, culpados ou não? e roo-me até que cheguem os próximos, vi aquilo da Gone Girl e fiquei a perceber todo o falatório em torno do filme, quis ir ao ginásio todos os dias. Quis. É uma renda que ali tenho. Pelo sim pelo não, penso em desistir dele só depois das festas...

Cá estamos, pronta para o habitual:
#nãoqueroirtrabalhar

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Não entendo...

Quem não gosta de praia. Quem chega à praia às 13h, 12h ou mesmo às 11h. Quem sai às 17h quando a água chama pelo comum dos mortais e a areia ainda está quente. O sushi e os caracóis esperam. E há bolas de berlim na praia até às 20h.


Quem não gosta de praia. Quem se queixa da areia. Quem se queixa da água. Ora fria, ora quente, ora com ondas, ora sem ondas, ora cheia de gente ora vazia de pessoas. Quem se queixa do vento, ora nenhum e torra, ora algum e tem frio.



Quem não gosta de praia. Quem a suja. Beatas, sacos de plástico, papel, garrafas de cerveja.



Quem não gosta de praia. Mas sim de dormir à sombra de 4 chapéus, enterrados logo pelas 9h da manhã, enquanto os pequenos berram e gritam e só a mãe os socorre e entretem.



Quem não gosta de praia. Mas sim de aproveitar para olhar para os esbeltos corpos da mulherada que passeia de mini bikini, de topless, de trikini.



Quem não gosta de praia. E vem para ela para, a cada 10 minutos, vir perturbar quem gosta, quem venera com Pareo? Óculo de sol?



Quem não gosta de praia. E só vai para as esplanadas da mesma ocupar mesas enquanto emborca uma mini e vê as vistas.




Quem não gosta de praia e não deseja poder ter mais do que 2 semanas anuais disto.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Dói-me a cabeça

Praticamente quatro da tarde e ainda me dói a cabeça. Não sei se o devo a andar a dormir pouco desde os últimos três dias porque chego a casa já tarde, se porque chego a casa já tarde com os copos ou se por causa dos copos.

Ontem comecei com sangria ao almoço. Soube-me a sumo. Passei a branco ao jantar. 3 garrafas para 4 pessoas. Acabei com duas amêndoas. À saída do restaurante, quando a pessoa se levanta é que nota o que já bebeu. Brindes a filhos, ao amor, a isto, àquilo, à bimbolândia e afins. 

Gosto de noites de verão. 
Gostava que não me dessem dores de cabeça. 
Passará com o verde do jantar?

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Bou lá dar-lhe um oi?

Quando é que se sabe que se está perante uma colega farmacêutica?
Quando ela tem um saco de praia da Avène, outro da Piz Buin, um chapéu de sol do Fenistil, um chapéu de palha da Piz Buin e um protector solar da Vichy.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Piquenos apontamentos

Praia, podemos falar de praia. Dos gluglus, dos mimos, dos beijinhos, do momento de relaxamento "o mundo é um lugar bom", das bolas de berlim, das cuecas badalhocas ou das tatuagens reles.
Sol, podemos falar de sol. Do sol que me aquece das 8 às 20h, que me seca das inúmeras idas ao banho, que me seca a toalha, que me escalda as costas, a ponta do nariz ou o rabo.
Amor, podemos falar de amor. Do meu amor mimoso, que me tira sorrisos, que me beija, que me apalpa, que me põe creme, que me convence a comer gelados e a beber caipirinhas, que me impõe gluglus forçados, que me dá a cambalhota, que me acompanha sempre à água e que me fala de crianços.
Noite, podemos falar da noite. Noite com momentos quentes e lânguidos, de passeios pelas ruas, de cafés, de gelados com morangos frescos comidos a dois, de garrafas de vinho bebidas até à ultima gota, de sushi na varanda com o pôr do sol ali ao lado, de beijos a saber a vinho rosé, de tonterias e quasi-bebedeiras.
Risos, podemos falar de risos. Dos risos de ontem, das gargalhadas, dos sorrisos enquanto descíamos o Banzai com a prancha que me ficava nos pés, enquanto escorregávamos pelo Black Hole, uma, duas, três vezes. Enquanto deslizávamos vertiginosamente pelo Kamikaze e ficávamos com o cóccix dorido na chegada, enquanto tentávamos manter o esgar de satisfação no Torpedo àquela velocidade estonteante ou... de cada vez, em todas as vezes, que eu ganhei a corrida nas Brandas, enquanto me virava para os outros 4 bem-dispostos que me acompanharam ao Slide&Splash e lhes gritava antes de chapar na água Gannnnnhhhhheeeeeiiiiiiii e eles se perguntavam Mas como?, ou quando o meu amor dizia Quem perder agora paga os gelados e quem é que perdia? 
Mazelas, podemos falar de mazelas. Dos cotovelos esfolados que me doem quando quero ler, do pescoço dorido como se tivesse feito abdominais de forma errada, do cóccix que se queixa quando me quero sentar porque chapou muito e muitas vezes, das unhas dos pés e mãos que se lascaram e o verniz que saltou. Escaldão. Penca e ombros, das filas de espera.


Feliz, podemos falar de ser feliz. 
Ser. Não estar. 
Ser.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Vaca. Again.

Praia. 
Na praia, gosto pouco daquela coisa de estar de papo para o ar. Lá me entretenho com um livro, o iCenas, umas palavras cruzadas. Mas gosto é da água. Aqueço para ter desculpas várias para ir fazer gluglu.


E lá estava eu, desgovernada, gluglu para ali, gluglu para aqui, quando o homem se aproxima, creme no nariz, creme no pescoço, só se esqueceu das orelhas. Ora, eu nado/corro/chego-me para ele tipo criança que pede colo, de braços estendidos para o abracinho na água fresquinha.
- Ai és tão mimosa, também dás leite?

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Isto é que é pensar à frente

Falava com a chefia sobre as férias. Que ia para ali agora e para acoli lá mais para a frente. Perguntou onde era isso do acoli. Perdido no meio de nenhures, no meio do Portugal profundo, ermo, tórrido, para descansar e rebolar no ócio. Uma semana. Sem televisão. 
- Uma semana sem televisão? Bem, deixa-me lá contar. Setembro, Outubro, Novembro... Lá para Maio metes baixa, não é?

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Uma vez mais, bacalhau seco

Ontem recebi um abracinho. Um abracinho que veio acompanhado por uns parabéns. Parabéns por teres esse ar profissional e sério e ainda assim estares em pulgas, como as crianças, para ires para os escorregas do Slide&Splash.

Vindo da mesma pessoa que me disse que há quem me tenha muito respeitinho. E medo. De ficar em pânico por ter que falar de um assunto melindroso comigo. Falávamos de amigas!


Não percebo. 



Mas depois o homem diz que tem uma surpresa (MEDO) planeada para o dia em que voltarmos de férias. Impensável achar que o consegui dizer-me o que era. Na altura vês, com sorriso macaco de Muahahahahaha. E eu só penso, e disse-lhe, que I don't give a shit, nem pensar que quero apressar as minhas férias, que quero que elas passem depressa, a correr, para matar a curiosidade antes do gato morrer, que ando literalmente a arrastar-me desde há coisa de uma semana, uma semana e meia e a implorar por férias.
Vá, às vezes percebo.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Deveres e deveres

Ginásio. Se pago é para usufruir.
Compras. Num mês deitei duas malas fora.
Compras. Preciso de umas chanatas para uma festividade. Se encontrar outro outfit também não me preocupo.
Óculos. Era hoje. Esta coisa de me oferecerem cenas que me estragam os dias é muito desgastante.
Emprego. 4 fins‑de‑semana seguidos a trabalhar e ainda tenho que ficar com o horário mais tardio, com gosto, claro, mas com um adensar da carga psicológica, para poder acompanhar um novo colega e grande amigo por algumas horas.
Laser. Tenho aqui umas manutenções para fazer aos pelinhos.
Cabeleireiro. Cortar o pêlo.


Quando tenho direito a fazer nenhum?

terça-feira, 17 de junho de 2014

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Essas férias?

Gajas. Prenúncio de morte.
Mimadas. Egoístas. Cabras.
Uma merda!!!

Tudo no mesmo quarto, conversas até altas horas. Chorar. Rir. Chorar. Rir. Falar e ouvir. Risadas, gargalhadas, copázios de lambrusco noite dentro.

Conversas de cama na cama. E na praia. Sussurradas. Conversas de boca suja. De sexo. Puro e duro. Confidências e inconfidências. Espanto. Ri-sa-das. Muito sexo. Muito pormenor. Muita imagética.

Festival da Sapateira. Arroz de marisco para dois, comido por três e a dar para quatro. Salada de polvo, percebes, camarão, amêijoas à Bulhão Pato, sopa de peixe.

Sangria de espumante de frutos vermelhos. Lambrusco. Sangria branca. Sangria de espumante de frutos vermelhos. Imperiais. Casal Garcia.

Praia. Todos os dias. Escaldão na cara e pernas. Preta. Estou preta. Mergulhos em água gelada.

Poder estar com uma tipa 3 anos mais velha passada da cabeça. Poder estar com um tipo surfista com muita pinta e 8 anos mais velho. Poder. Foder.

Restaurantes conhecidos. Bares da moda da zona, indicados por jovens da zona. Bar fechado com tudo lá dentro. Dançar. Pira-pi-pi-pira-pi-pi-pira-piradjinha. Convites para outros bares. Convites para festa no dia seguinte. E aulas de surf. Abracinhos. Hi5. "Tu fazes-me lembrar alguém..." Piadinha com o meu nome. A MINHA piadinha.

Gajas. Devaneios. Sonhos. Aspirações. Desejos. Vontades. Medos. Memórias, claro que sim. Boas e más. Inevitáveis. Desilusões. Esperanças. Melancolia. Alegria. Verbos falados no presente. Corrigidos para o passado. Nomes pronunciados à exaustão.

Desfiar o novelo de uma vida.

Para o ano há mais. Com as mesmas pessoas, no mesmo sítio, na mesma altura. Talvez...

Regressar de férias significa

Voltar a pôr o despertador.
Ter de ir fazer compras e encher a despensa.
Usar soutien.
Querer matar os netos da vizinha que me acordam antes do alarme.
Ter roupa a valer para lavar.
Dormir numa cama sozinha toda esparramada.
Dormir quase nua e destapada e sem calção, top, casaco e lençol e edredão.
Acordar durante a noite, ouvir nitidamente fado mas já não ter ninguém para comprovar que estava a sonhar ou não.
Perder a oportunidade de ter um surfista a dar-me uma aula gratuita de surf.
Sentir que já não sou a geração nova do pedaço.
Ter um café servido por alguém que não faz um frete e que faz um sorriso.
Poder andar nua pela casa enquanto o creme hidratante seca no corpo torrado.
Ter horários. Ditados pela entidade patronal e não pelo despontar do sol.
Reaprender a ver televisão e a ler (OMG!!).
Voltar à rádio Comercial. Preciso dançar. Mesmo que seja no local de trabalho.
Assumir a ideia de usar algo que outrora teve outro significado.
Poder confirmar se perdi peso ou se os anéis e as calças alargaram com a humidade.
Poder dizer húmida e molhada sem haver risada geral.
Aturar o coleguinha de trabalho.
Rever os amigos.
Marcar jantares. E cafés.
Mandar uma casa à merda e tentar outra.
Pôr dinheiro de parte para repetir o laser e remover pelinhos indesejados.
Guardar os bikinis de vez (??)
Querer adiar a esfoliação que me mereço torrada mais um tempo.
Voltar a usar mais perfume.
Marcar jantar com quem estive de férias.
Andar nua pela casa. Gosto. Lamento. E sei que não sou a única.
Cuidar das unhas.
Pensar quando vou cortar o cabelo e perder mais do meu loiro.
Gerir expectativas e desilusões.
Estar impossibilitada de acreditar que o outono chegou, que a temperatura vai descer, que há previsão de chuva e que vou ter de pôr de parte a roupa descapotável.
Que tenho de alçar o rabo da cama e ir trabalhar...

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Inspira, conta até 5, expira.

Estou quase a amantizar-me com o tensiómetro para ver se tenho o coração a saltar-me do peito. Estou num estado de ansiedade que só visto. Parece que não vejo praia há meses. Que não tenho um fim de semana para mim há anos. Que não carrego o bikini e me encharco em protector solar cheiroso ao tempo.

Para piorar, prometeram-me petisco ao jantar. Outro. Mais. Diferente. Outra esplanada. Hoje chego a casa a nadar em vinho. Juro. Friday night e o grupo todo vai sair. Era assim? Não?

Depois estas musiquinhas da Comercial... Jasus. Mexem-me com os nervos. Músicas que até adoro. Há anos. Mas estamos num momento de pausa. Preciso de um tempo, sim, Comercial? Tooooodos os dias!


Quando é Sábado? Ou vá, 20h30 de Sexta?

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Contagens...

Posso contar os dias até ter um fim de semana de jeito, que não inclua trabalho e que inclua dias soalheiros de praia.
Posso contar os dias até ao fim de semana em que festejo mais um Verão.
Posso contar os dias até ao 15 de Agosto, que de feriados de praia todos gostamos.
Posso contar os dias até àqueles em vou entrar às 9h sem qualquer sombra de dúvidas.



Mas ainda corro o risco de me faltarem números até chegar a Setembro e ter mais férias. Devíamos ser como os romanos e fechar em Agosto. Além dos restantes dias de férias, claro!!!

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Becabeca, estiveste tanto tempo de férias...

É por causa do trabalho árduo a que sou sujeita!
(Sim, é pó.)

Bolas, pá.

Ansiedade?
Saudade?
Falta?
Hábito?
Rotina?
Ruptura.
Habituação?!


Risos, sorrisos, gargalhadas.



Não vou à praia há três semanas.
Estou em abstinência severa. Começa a ser uma dor física!!

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Desilusão do dia

Uma gaja vem lançada e senta-se na esplanada. Pensa que vai comer qualquer coisa leve. A aposta dos 5 kg é para vencer! No entanto, dão-lhe o menu. A gaja sorri. Adora caril, adora camarão, adora caril de camarão! Pede, lampeira. Já não há. 13h!!!!


O pessoal não tira férias??

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Segunda-feira

Tudo somado, hoje é um dia deprimentérrimo!

A ressaca das férias continua. Há uma semana estava a caminho da praia depois de tomado o café da praxe. Junta-se-lhe a do fim de semana que foi fantástico e com noites quentes para caramba, motivo que há-de ter feito sair mais tangas brancas rendadas e leggings zebra do que seria razoável ver. Hoje, por seu turno, vejo miúdos imberbes a caminho da praia e só não percebo como não me saiu já o milhões porque os meus planos de vida estão todos feitos e estão a ficar atrasados!
Adicione-se uma pitadinha de ansiedade dada a intensa e súbita transformação que se pretende que a vidinha leve.
Chega a rotina. As crocs lá estão. As meias de descanso quentes como tudo, confortáveis como tudo e secsies como pouco estão a jeito.
Hoje começo a dieta. Diacho, não bastando a carga negativa que advém da ideia de dieta (quero sushi!!), ainda lhe espeto uma aposta em cima. O que me vale é que não entro em apostas para perder e posso destilar aqui todo o meu mau feitio. 5kg. Ai.
A dor de cabeça latejante de Segunda de quem pastelou ao sol Domingo nas praias da Margem Sul já cá canta. Agudiza a coisa só o facto de saber o outro de férias, a presença de uma estagiária cheia de pedalada mas inexperiente e de uma colega com micoses, eritemas em zonas húmidas e escaras causadas pelo contacto com o balcão de onde tenta não arredar pé e de eu ter centenas de receitas para conferir dos meus diazinhos de férias. O prazo termina dentro em breve mas se me calhar o trabalhinho todo a mim prevejo uma semana do demo.
Só falta mesmo o café torrado e as revistas cor de rosa com um mês...