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terça-feira, 7 de abril de 2015
quinta-feira, 26 de março de 2015
Teimosia, falta de juízo ou perseverança
Em dois dias, fiz três aulas. Duas de pernas, uma de tudo. Não me consigo mexer, pareço uma pata a andar, tenho o nalguedo todo dorido, fazer o chichizinho é uma provação.
Hoje, e já que amanhã não me dá jeito, insisti comigo própria que não podia faltar à aula a que vou sempre. Pranchas, que bom. Agachamentos, hmmmmmm.
Ontem, não sei como cheguei a casa. Hoje, vou de rastos.

quarta-feira, 25 de março de 2015
Andar novo
Meia hora de bicla, sobe e desce, carga, mais carga, mais carga ainda, agacha, levanta o tronco, mãos em cima, mãos em baixo, encaracola e tenho o rabo dorido que me sento de ladecos e ando desconjuntada.
Preciso fazer calo para não dar por nada como todos os outros companheiros de corrida daquela aula que ali estavam, porte de girafa altiva, como se não houvesse um selim rijo que nem cornos a machucar-lhes o períneo.
quinta-feira, 19 de março de 2015
quinta-feira, 12 de março de 2015
Não há seis sem sete
Não sei se preferia aquele inchaço e aquela dor de siso incluso inflamado que durava uma semana ou se prefiro esta dor de buraco vazio que não pode sentir coisas geladas que logo se me dá vontade de arrancar a cara e que já dura há 3 semanas.
terça-feira, 10 de março de 2015
À querida querida MeoTmnRaiosAPartam
Prefiro encher um pé todo de merda a deixar que os meus pontos caduquem. Prefiro encher um pé todo de merda a trocar ainda que seja uma centena de mais de mil pontos e ter que dar menos de 10€ por algo que encontro noutros sítios pelos mesmos 10€ e sem pontos. Amén ao donativos.
Prefiro encher um pé todo de merda a sequer deixar falar um comercial vosso que me aparece no local de trabalho a dizer que por ser farmacêutica da ANF posso usufruir de um plano XPTO convosco lá em casa.
Prefiro encher um pé todo de merda se, por cada abordagem vossa, não vos expresso o meu mais profundo descontentamento com os vossos serviços, que usufruía de três e só me falta desistir de um.
Prefiro mandar-vos encher um pé todo de merda se me respondem que os clientes fidelizados são os que a menos campanhas têm acesso, que o vosso plano de marketing é cativar utentes novos.
Prefiro mesmo é que encham um pé todo de merda por cada vez que me perguntam se vos indicaria a algum familiar ou amigo.
quinta-feira, 5 de março de 2015
Não há 5 sem 6
Hoje fui ao dentista.
Tirei o sabor a iodo, venho com uma seringa para lavar o buraco, com sugestão de pomada corticóide e um "vamos lá ver".
Nisto tudo o que me vale é só ter pago uma de seis.
terça-feira, 3 de março de 2015
O tratamento
Aspiraram o alvéolo pelo mini buraco ainda não cicatrizado, injectaram-me clorohexidina líquida, gelada, no buraco, voltaram a aspirar, repetiram o processo para garantir eficácia. Para finalizar, introduziram uma malha cicatrizante alvéolo dentro.
Metade da malha que ficou de fora já foi, aquilo era como ter um novelo de pêlos a passear pelos dentes e ainda por cima a saber a betadine.
Agora continuo com metade da boca a saber a peixe rico em iodo com a malha ainda encafifada na minha gengive.
Pelo menos ainda preservo o meu estômago sem comprimidos.
segunda-feira, 2 de março de 2015
O que tem que ser tem muita força
Últimos 15 dias, mais dia menos dia. 5 idas à cadeira do dentista. Primeira para me mandarem de volta com rabinho entre as pernas e antibiótico no bucho. Segunda, para lá ficar 1h30 na cadeira para me darem conta do siso que me fez otite. Terceira para me removerem os pontos. Quarta porque tinha dores. Quinta, hoje, porque as dores continuam, chegam ao ouvido, não passam com antiinflamatórios e analgésicos. O meu auto-diagnóstico, e parece que acertado, foi feito algures na semana passada, quando me pus a ler artigos de dentária. Alveolite seca. Epidemiologia? Gaja, caucasiana, contraceptivos orais, trauma na remoção do siso.
O que tem que ser tem muita força.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Sei que estou a ficar para trás quando,
De real rabo sentado numa cadeira maijómenos confortável de uma qualquer sala de cinema, vejo um tipo com mais 20 anos que eu a pegar no seu Smartphone e a mostrar aos seus amigos do Feice, através da aplicação Foursquare, que está de real rabo sentado numa cadeira maijómenos confortável de uma qualquer sala de cinema à espera que comece o filme.
Tanta emoção.
Ou não.
sábado, 24 de janeiro de 2015
Arrependimento que mata!
Nunca quis medicina. No último período do 12° ano, perguntaram-me se precisava que os professores me subissem notas por causa da média. Tinha média a chegar e a sobrar para ciências farmacêuticas! E mesmo para medicina.
Hoje, ao ouvir um dermatologista dizer que tem 6 pessoas por semana para retirar tatuagens a 2200€-2500€/tatuagem tenho vontade de cortar os pulsos. Da forma certa. Sem atravessar a estrada.
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Fim de semana de Halloween e em como no próximo ano não finjo que não estou em casa quando os putos me baterem à porta

Ponto primeiro. Fui jantar ao Bairro Alto na sexta-feira. Levei uma mala pequena, Cartão do Cidadão, 30€ e o MB. Cheguei a casa cerca de 5h depois sem o Cartão do Cidadão.
Ponto segundo. Fui para o Porto de comboio. Sem CC e com a "necessidade" de o apresentar ao pica. Felizmente não. O comboio partiu com atraso. A partilhar dos nossos lugares, um triste que falava em "terakis", que se espreguiçava como se não houvesse amanhã e que achava que podia limpar a sola dos sapatos ao assento do lado.
Ponto terceiro. Tive um belo Sábado que nem tudo pode ser mau. Sol, calor, uma bela paisagem. Ainda assim, achei que ia ser trucidada por espanhóis, franceses e italianos. A cama do hotel era boua boua boua!!!
Ponto quarto. Céu relativamente nublado. Belo pequeno almoço. Caminhada de 30 minutos. Por volta das 13h, e depois de me benzer por sempre ter levado o casaco, começa a chover. Não eram pingos, eram enxurradas. Apanhei A molha da minha vida. A. Sem arredar pé. Num sítio onde não havia abrigos. Num sítio com árvores enquanto trovejava. Com o telemóvel do homem comigo e sem saber dele. E sem saber que tinha o telemóvel dele comigo, liguei, liguei, liguei, liguei. O meu iPhone à chuva. Por mais que ligasse não ouvia nada. Embora o tempo de chamada (que percebi depois ser do correio de voz), contasse. O iPhone morreu naquela descida do dilúvio no Porto. Cabutz. As botas de camurça todas molhadas, pés a fazerem chop chop, o casaco todo molhado, a pesar três vezes o seu peso, as calças de ganga todas coladas ao corpo, o cabelo colado à cara, o rímel a escorrer fronha abaixo. Pus-me a caminho do hotel, o check-out estava perto. Fui. Sem homem. Sem saber dele. A caminho do hotel, a penantes, porque nada de táxis, passa-me um senhor condutor cabrão filho de puta ao lado a assapar. Não estivesse eu já molhada e tinha-lhe atirado uma pedra da calçada ao ao carro, cabrão de merda, que me deu um banho integral. Avé senhor, que, na loucura, e quando se está algo desesperada, perde-se o juízo, aceitei boleia de um tipo com ar razoável que fez a sua boa acção do dia ao salvar dois desgraçados do fim do mundo e deixou-me à porta do hotel. Espero que o Senhor lhe dê muitos meninos e um EuroMilhões.
Ponto quinto. Cheguei ao hotel 45 minutos antes do check-out graças à boleia. Tomei banho quente, "sequei" as calças com o secador, nada a fazer às botas, arrumei os tarecos. O meu telemóvel toca de um número que nunca vi na vida. Atendo. Nada. Ah pois, o iPhone morreu. Mas só em parte. Eu é que não oiço.'Tou, 'tá lá, és tu? Não te oiço mas estou no hotel. Hora de sair e nada do homem. Equaciono falar com a famelga dele, Olha perdi-o... Começo a pensar nas hipóteses, polícia, hospital. Seria assim tão estranho assumir como ponto de encontro o hotel? Como era a vida antes dos telemóveis?
Ponto sexto. Ele chega já depois do check-out feito. À moça da recepção, desejo muitos meninos e um cavaleiro andante ou uma carreira promissora, whatever. Banho quente. Ainda assim a tremer-me que nem varas verdes. E o homem é uma brasa. Olha, queres lá ver que tenho um hipotérmico aqui, agora?
Ponto sétimo. Francesinha. Tarte de amêndoa. Café. Eu a tremer que nem varas verdes com os pés numas botas a fazerem chop chop e com o único casaco a pingar água nas mangas. Fui às compras. Detesto lantejoulas e comprei uma camisolinha de malha com um laço em lantejoulas!!
Ponto oitavo. Fim de semana a aproximar-se do fim. Eu, no comboio, descalça. A pensar. Segunda, folga. Segunda, ir à polícia dar baixa do cartão do cidadão, ir a uma loja do cidadão ou cartório para fazer outro, ir à minha consulta de gaja, ir a uma loja dar uso à garantia do telemóvel, escrever cartas para a senhora Galp e afins. Belo dia. Belo, belo dia.
Ponto nono. Segunda. Parece que habemus Cartão do Cidadão algures numa esquadra de Lisboa. Que o Senhor dê a quem o entregou aquilo que mais deseja.
Ai gozas com o Puorto. Pimbas. O feitiço só desaparece quando regressas à capital... E devo estar a esquecer-me de mais qualquer coisa...
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Quão deprimente é
hoje, ao fazer MAIS uma reclamação à GalpOn, verificar que, 2 meses e meio depois das últimas 5 cartas que enviei e que me fizeram perder uma tarde pós-férias, descobri que ainda sei o número do contrato de trás para a frente de tantas vezes o ter repetido a este, àquele, ao outro e a todos os mais com quem falei?

quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Planos - deixa para um dia o que pretendias fazer hoje
Achava que ia chegar a casa ontem e que ia baixar em mim o espírito dona de casa atarefada.
Cheguei, despejei o lixo, mudei de fatiota e fiz aquilo da elevação dos chórices e etc., tomei o banho reconfortante, lavei alguma loiça, estiquei os lençóis como deve ser e parei para comer qualquer coisa antes do jantar. Daí para a frente tinha planeado finalmente coser uns casacos que para lá andam há meses aos tombos, fazer biscoitos e tirar fotos a livros e perfumes para pôr a vender nos custos justos e olx desta vida.
Depois de comer, adormeci no sofá.
Hoje também não vai ser de certeza.
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Sei que o ginásio me está a afectar quando...
..., na impossibilidade de lá pôr os pés hoje, chegada a casa cerca de 3h depois de sair do trabalho e mais de 12h depois de sair pela manhã e ainda depois de apanhar a roupa, dobrá-la e arrumá-la, de arrumar a loiça e de fazer a cama, me vou botar no chão da sala em frente à televisão a fazer exercícios de rabo antes do meu banho retemperador e de pensar no jantar...

sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Tuntz tuntz tuntz panados com pão
Acredito piamente que está para chegar o dia em que estou na discoteca, num bar, num café, numa loja, que começa a passar determinada música e que, num acto muito pavloviano, eu me vá atirar para o chão e fazer os 2 x 2 minutos de prancha de cotovelos com movimentos de pernas que me fazem gotejar no ginásio...
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Vergonha é roubar e ser apanhado
Eu a atender ao balcão. A chefa idem.
Entra um homem, sem rodeios, com mau aspecto. 2 sacos, uma mala a tiracolo.
Não sei se lhe hei-de chamar olho clínico ou chata cumá potassa. Pegou num creme para pés. Discretamente olhou para mim. Cara de má e olhos nele. A minha utente estava de abalada. Mudou de lado. Para o da minha chefa, num início de atendimento. Botou a mão a um creme de 80€. Virou-se de costas, pô-lo debaixo da camisa.
Lá vou eu lançada. Sou quase aquele tipo de polícia que diz Psssshhht, oh amigo. Mas ainda mais directa. Quase em cima dele e digo Se calhar é melhor dar-me o creme que guardou antes que chame a polícia. Diz a minha chefa que depois foi gato e rato. Eu atrás dele, entre ele e a porta, até ao sítio onde tinha deixado os sacos para enganar os ingénuos. Entretanto murmurava, sem dentes, Oh Dra., oh Dra., desculpe lá, eu não queria. Pegou nos pertences, deu-me o creme e até sair porta fora dizia Que vergonha, que vergonha. Parou à porta. Que vergonha!
Vergonha de roubar e ser apanhado.
Pena a farmácia não estar cheia. Não que a vergonha fosse ser diferente.
Pena a farmácia não estar cheia. Não que a vergonha fosse ser diferente.
A ultima coisa que lhe disse foi Estou à espera que se vá embora.
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Trim trim, trim trim, trim trim
Aqui há tempos, queixava-se-me o homem de um atendimento telefónico, que era impossível, que nunca atendiam, que nem sequer estava interrompido. Defensora dos pobres, oprimidos e trabalhadores suados, falei-lhe da minha experiência. O telefone pode tocar ininterruptamente durante minutos e minutos que, enquanto houver pessoas para atender presencialmente, não o atendo. Talvez fosse o caso.
Agora imaginem-me a ligar para um serviço público, de saúde, que sei ter telefonista. Responsabilidade? Atender o telefone. Ligo de manhã. Toca, toca, toca. Depois aparece a voz da menina da PT. Insisto. Toca, toca, toca. PT/MEO/TMN/RaiosOsPartam. Dou o desconto. A senhora telefonista pode ter ido ao wc, número 1 ou 2 têm tempos distintos; pode ter ido fumar, comer, tomar um café, desenrolar o fio do telefone até à outra ponta da assoalhada, dar duas de letra com o senhor segurança, whatever. Insisto. Desisto. Mais tarde, insisto. 15h, tento de novo. Até abro os olhos de espanto quando me atendem. Em 15 minutos, e apenas para ter uma informação, falo com 5 pessoas diferentes até se me acabar o saldo do iCenas. Falo 5 segundos com cada uma e depois de esperar mais de 4 minutos por cada reencaminham-me que é uma beleza. A chamada cai. Insisto. Insisto. Insisto. À terceira é de vez. Começo logo por refilar dos 15 minutos, depois do tempo para atender o telefone. Ai senhora, desculpe, estava aqui apertadinha, tive que ir à casa de banho, já estava há 5 minutos a segurar. Pedi para me passar para o sítio correcto desta feita. Passo já e é para a chefa. Chefa ocupada. Olhe, aguarda um bocadinho que vou a correr ao primeiro andar e dou-lhe já a resposta. Amanhã tenho que ligar outra vez. Quem sabe segunda.
Fui lá duas vezes. Na primeira, fiz logo uma reclamação por escrito. Fiquei conhecida por 4 funcionários. Na segunda, não pude fazer o que quis, telefone Quinta ou Sexta. Telefonei. Telefone Segunda.
Pela segunda vez, aos 30 e no mesmo sítio, cheira-me que vou assentar arraiais naquela mesa redonda e pedir o livro. Afinal de contas, a senhora até já me conhece...
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Tem graça...
Consigo estar mais afónica hoje que ontem.
Se o tipo do tasco do café já gozava comigo ontem, hoje, que já atendi 3 pessoas em 7 minutos logo pela fresca que ficaram a olhar para mim de olhos esbugalhados por não entenderem o que disse como se falasse cantonês, estou para ver...
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