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quinta-feira, 17 de abril de 2014

Gosto de mimos, beijinhos, abraços, contacto físico no geral - em repeat

Ai hoje estás tão mimosa. 
Já te vou dar abracinhos.
Sabes quem também é mimosa?
A vaca.



A partir de ontem, o meu discurso mudou. Olá, sou a Chata, tenho quase 30 anos e sou conhecida por fada do lar, escrava sexual e vaca mimosa.

domingo, 13 de abril de 2014

Hoje também me vou armar em Maria Cagona e postar cenas ao Domingo - take IV

 Menina Amêndoa. Menino Moscatel.

Lua, lua,
eu quero ver o teu brilhar,
lua, lua, lua,
Eu quero ver o teu sorrir.


 Uma gata a namorar quatro peixes.
 




 Também almoço.

Mimos da cadela mai linda.


Gula à beira-mar.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Ainda estou a modos que meia estremunhada

Não acordei com o despertador. Ou com o sol a entrar no quarto. Ou com a réstia de dor de cabeça. Ou com o nariz entupidíssimo.

Acordei, taquicárdica, com um sonho. Eu, dois cães, um deles que não conheço de parte alguma, uma série de gente da minha infância cuja vida conheço apenas graças ao que se dão ao Facebook, um oftalmologista, que era o meu professor de inglês que usava kilt e tocava gaita de foles, e que tinha a sua casa e consultório num salão de música. E de lá vinha, eu, operada, queixosa, a implorar a prescrição de qualquer coisa que me aliviasse o inchaço que achava não ser decorrente do laser e que me causava transtorno no olho direito. Posto o pé cá fora, lá estavam os colegas à minha espera a guardar os meus dois cães. Apercebi-me que o chão que pisava era areia e que lá ao longe vinha uma enorme onda gigante que se aproximava velozmente. Segundos depois, num mar cheio de ondas, estava submersa, a tentar vir à tona, a chamar o Manel para ele não perder os cães de vista enquanto eu tentava não largar o que tinha na mão, um gorro e um pano de cozinha. Não tinha pé, via as cabeças cada vez mais distantes. Consegui acercar-me de um dos cães mas perdi o outro de vista. De um momento para o outro, já não havia água nenhuma, como se tivessem tirado a tampa de um ralo de banheira e a água escoasse rapidamente. Toda a gente procurava o cão em falta. Eu chamava por ele. Berrava. Então, alguém viu umas bolhinhas na areia molhada, tocaram e sentiram qualquer coisa. Corri para lá, com as mãos tirei areia e desenterrei o corpo de um cão que peguei ao colo.

E acordei.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Mimos. E eu vivo.

Uma cadela mimada. Uma gata arisca e desconfiada.

As duas. À minha volta. Em cima de mim. Ao meu lado. Encostadas a mim. A pedincharem carinho.

Patinhas a pedir atenção. Focinhos nas minhas pernas. Lambidelas na cara.


Impedem-me de me mexer para não as acordar. Adoro. Amo! Eu. A seca. Tenho o coração cheio. Feliz.

sábado, 30 de março de 2013

sábado, 25 de agosto de 2012

Onde andaste tu escondida, melher?

5 orgasmos e meio em 5h...

Voltei.

Preciso dizer mais alguma coisa?

Diria que vão existir aqui posts badalhocos...

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Devias conhecer a minha gata


Dava-te um eyeliner e umas feições novas, rapaz!
Não percebo. Dou-lhe festas, amor, miminhos. 
E ela arranha-me, quer morder-me e foge-me sempre que pode...

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Quem quer, quem quer?

Na minha rua, há uma gata prenha. Mia que dói. Tenho pena dos filhotes que hão-de vir. Vão andar por aqui a deambular, com frio e fome, aos rnhaus.

Não, não posso ficar com um. Tenho muito amor ao mobiliário e não estou em casa durante grande parte do dia para lhes ministrar a lição do Pavlov.

Por outro lado, aceito um cão. Alguém?

domingo, 25 de setembro de 2011

Amor-ódio

Elas amam-me, eu odeio-as. De morte.
Não dormi puto. 
É que até me podiam ter picado toda. 
Aquele zzzzZZZZZzzzzzZZZZZzz é que é insuportável!

terça-feira, 26 de julho de 2011

Do sexo masculino - material passível de ferir susceptibilidades


Pêlos nas orelhas. Barba rija que assa os lábios. Ai sou tão bom. Mãos irrequietas. Futebol, jolas e gajas. Babões. Que conduzo melhor que tu. Leituras: jornais desportivos, legendas de filmes/séries. Ideal de refeição: pizza/hamburguer, jolas. Deixa lá que eu arranjo isso. Filmes: Rambo, os do Chuck Norris/Steven Seagal. Memória: nula. Já viste os meus músculos? Capacidade de fazer olhos de cão abandonado para tudo o que tenha ovários. Monosobrolho. Portadores de doenças venéreas sem sintomas. Instintos selvagens. Hoje vou-te apresentar os meus amigos (para eles verem como tens as mamas mesmo boas). Pêlos na cama, pêlos na casa de banho. Gajas de tanga, asa delta, string, ui. Cabelinho à foda-se. O carro é a sua extensão. Ai que me dói tanto a cabeça, não consigo sobreviver. Compras? No way! Tatuagens "Amor de mãe". Charutos. Cerveja na mão no Bairro Alto a ver as vistas. Que o preservativo me tira a sensibilidade. Pêlos da axila com 10cm. Cuscos e linguarudos. Grande apreço pelo tamanho e qualidade do Zézinho. Loções capilares anti-queda. Sim mãezinha, vou jantar a tua casa como todos os Sábados. Particular gosto por loiras. Sangue, suor e nada de lágrimas. Homofóbicos. Miau, tens cara de quem gosta de queca. Cheiro a cavalo. Fraco poder de observação -  a não ser que se trate de fêmeas. Pouco tolerantes. Excesso de testosterona. Fantasias com duas mulheres. Não passam a ferro. Mão pesada. Meninos de gadgets. Ai sei lá, leva o que quiseres. Pornografia. Scarlet Johansson. Possessivos. As duas metades do cérebro funcionam à vez. Mamas, rabo, pernas. Ah e tal, os olhos. Dissimulados. Precoces. Mania do sou garanhão. Ajoelha e reza. Machistas. Presunçosos. Mulherengos. Desleais. Calças de fato de treino, par de cornos, meia branca e sandália. 3 calinadas em 2 palavras. Sexo. Não cortam as unhas. Desarrumados. Toalhas molhadas em cima da cama. Ressonam. Pêlos em zonas de diversão. A culpa não é tua, é minha. Porcos. Andar tipo sou última bolacha do pacote. Sim mãezinha, obrigado por me passares a roupa.

Nheca.

sábado, 23 de julho de 2011

domingo, 10 de julho de 2011

Must do dia #36

Chegar a casa e ver o cão a encetar uma relação muito intíma com a almofada dele...

Domingo

Dormir mais ou menos (a melhor noite do último mês, provavelmente), com o sono interrompido apenas pelos ganidos mimosos da cadela (faz-me festas, pá, faz-me festas, deixa de dormir, não te vires para o outro lado!), levantar às 10h. Pequeno almoço numa casa de chá. Ao meu lado, um grupo de mafarricos estúpidos que (olha o cliché) em 7 palavras diziam 8 asneiras das grossas, sendo que vinham sempre aos pares (nem vou dar exemplos, que aquilo era do pior). Almocinho no restórante habitual, tomar café na esplanada da praia. S. Pedro, quando nos encontrarmos pessoalmente (que seja daqui a muito tempo que pretendo continuar pelo andar de baixo mais uns valentes anos), vamos levar um lero. Lá porque me deste um fim de semana de luxo há duas semanas atrás e porque se avizinham outros, não aches que está tudo bem. Que merda de ventania é esta? Hmm? E acordar ontem, ouvir uns barulhos estranhos e pensar "Não pode. Não pode. ESTÁ A CHOVER??"? Façamos assim. Proporciona-me um tempo maravilhoso nas minhas semanitas de férias e não se fala mai nisso. De acordo? 

Agora vou ali ser uma dona de casa empreendedora. 

domingo, 3 de julho de 2011

Enche-me o coração

Esta coisa dos animais domésticos, cães e gatos. 

A minha cadela a raspar à porta do meu quarto para entrar e vir para a minha cama. A minha gata ter uma fixação qualquer com as janelas do meu quarto. O meu cão parecer um doido esfaimado a saltar-me pernas acima quando se apercebe que está na hora do biscoito. Quando a minha cadela ladra e gane desalmadamente quando saio do carro. Quando a minha gata aparece, sorrateira, a ronronar e se vem roçar nas minhas pernas. Quando o meu cão gane ainda estou eu à entrada do prédio. Quando a minha cadela me dá lambidinhas nas mãos. Quando a minha gata ronrona e ergue o focinho disponibilizando posições para lhe fazer mimos na cabeça. Quando o meu cão me salta para o colo e me lambe a cara. Quando a minha cadela se aninha no meu colo. Quando a minha gata se aninha no fundo da minha cama. Quando o meu cão se aninha entre mim e o braço do sofá. Quando qualquer um deles me vem dar lambidelas na cara quando ainda estou na cama para me acordarem, para receberem o seu quinhão de mimos matutinos. 

Já perdi um cão. De surpresa, de rompante. Mandado abater por mim. Nos meus braços. No verão, à noite, 22h, depois de uma recuperação de uma cirurgia. Senti-o a perder as forças. E chorei abraçada a ele como uma perdida, com toda a gente a olhar para mim. Enterrei-o, visitei-o. Sinto-lhe a falta. Porque ficam. Porque marcam. Sei que fui má com ele, sei que lhe falei de modo bruto, sei que o amei e, apesar de tudo, sei que ele sabe isso. Que, nos seus últimos dias, fui uma abelhinha à volta do seu mel. E aprendi a lição. O momento é agora. Que sejam mimados, insuportáveis mas que saibam quem lhes quer bem... E, pá, enchem-me o coração!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

O que se vê de novo a caminho do trabalho?

Uma minhoca do tamanho de uma salsicha a passear perto dos meus pés.

Um pombo estraçalhado atirado para uma berma de uma estrada.

Uma ratazana gigante estripada por um qualquer carro em pleno centro lisboeta.

That´s all, folks!




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quarta-feira, 16 de março de 2011