Sair da cama.
Assim que ponho o nariz de fora, sinto o frio. O braço procura o telemóvel para fazer aquilo do snooze e volta gelado. O homem que dorme comigo vira-me as costas nuas e impele-me a abraçá-lo e a beijá-lo, tentando-me para não me levantar. A custo, saio da cama num salto. Raio de hábito de tomar banho de manhã. Cabelo enrolado na toalha e volto para a cama. Fico até à última, até ao limite do não chegar atrasada e de me permitir sorver um café. Saio da cama, visto-me, maquilho-me. Volto para a cama. A desculpa que uso é que tenho que o obrigar a acordar.

A minha vontade? Ir para a cama cedo cedo e permitir-me gozar aquele
quentinho acompanhada tempos infindos.
Tortura matinal...
ResponderEliminarE diária.
Eliminar