quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Escrevo-vos em alturas específicas

Em casa, de manhã.
No metro a caminho do trabalho.
Na hora do almoço.
Na loucura, ao final do dia, em casa.

Não tenho tido tempo para vocês. Não tenho tido tempo para isto. 
Coisas para escrever, outras para continuar, outras para reescrever, novidades, vidas a serem vividas, os dias que passam e o tempo a escorregar pelos dedos.


Era hoje ao almoço. Sossegada, na farmácia. A comer o que sobrou do jantar de ontem. Ui, voltei a cozinhar. 
Enfim, desencaminham-me. Convidam-me para almoçar. A Prima. A Prima não é minha prima. É prima do jovem que me trata por horny ou o que me trataria por porca não fosse ser muito internacional. A maior petroleira que conheço. Vi-a a beber vodka como não já não bebo lambrusco. Lambrusco!! Deve ter mais 10 anos que eu e um fígado conservado em álcool. Diria que é a minha heroína mas nem tanto ao mar nem tanto à terra. Almocemos, Prima!


Isto para vos dizer que ainda não é agora que vos falo da comemoração a dois com espumante para a qual me convidam por telefone no local de trabalho...

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